PJuvenil Multimédia Palavra de Deus Oração em Missão Antigos Alunos

» Favoritos

» Recomendar

» Imprimir

» Fale Connosco

Revista Além-mar Revista Audácia Jornal Família Comboniana Exposição Missionária Virtual Facebook RSS
Indique o seu e-mail:
Utilizador:
Password:
 

Actualidades

Dia 22 de outubro é Dia Mundial das Missões

19 de Outubro de 2017

Recuemos a 1922. Nesse ano, D. Achille Ratti, cardeal de Milão, Itália, foi eleito papa. Escolheu como nome Pio XI e pontificou de 1922 a 1939. O seu ardor missionário era conhecido de todos, e, naturalmente, esperava-se dele um grande impulso para a missão.


Logo em 1922, constituiu como pontifícias as Obras Missionárias já existentes, e recomendou-as como instrumentos principais e oficiais da cooperação missionária de toda a Igreja.


De seguida, estimulou a criação de novas missões e ordenou os primeiros bispos indianos (em 1923) e chineses (em 1926). No Ano Santo de 1925, abriu no Vaticano uma Exposição Missionária Mundial e, no ano seguinte, publicou uma carta encíclica sobre as missões, a Rerum Ecclesiae, em que reafirmava a importância dos objetivos missionários programados no início do seu pontificado.


A ideia de um Dia das Missões a nível mundial nasceu no Círculo Missionário do Seminário Arquidiocesano de Sássari, na Sardenha (Itália).


De 14 a 16 de maio de 1925, o Círculo Missionário organizou um tríduo missionário, com a participação do arcebispo local, que suscitou muita animação.


No ano seguinte, de 17 a 20 de março, repetiu-se a celebração. Então, os seminaristas pediram ao secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos que propusesse ao Papa Pio XI a celebração de um dia dedicado às missões. Monsenhor Luigi Drago prometeu que falaria com o papa a esse respeito. E, de Roma, mandou dizer que o papa havia enviado uma resposta ao pedido: «Esta é uma inspiração que vem do céu.»


Em finais de março de 1926, durante uma Assembleia Plenária da Propagação da Fé, foi decidido pedir oficialmente ao Papa Pio XI «a instituição em todo o mundo católico de um dia de oração e de ofertas em prol da propagação da fé». A 14 de abril de 1926, a Congregação dos Ritos comunicava que o Santo Padre tinha dado uma resposta positiva. E que esse dia seria celebrado anualmente no penúltimo domingo do mês de outubro.


Uns anos antes, Pio XI fizera um gesto surpreendente e profético: na Solenidade de Pentecostes de 1922, interrompeu a sua homilia e, no meio de um impressionante silêncio, pegou no solidéu e fez com que passasse entre a multidão de bispos, presbíteros e fiéis na Basílica de São Pedro, no Vaticano, enquanto pedia a toda a Igreja ajuda para as missões.


O primeiro Dia Mundial das Missões aconteceu em 1927. Este ano, no dia 22 de outubro, celebramos o 91.º Dia Mundial das Missões, com coletas em todas as comunidades destinadas às missões da Igreja no mundo.


E como diz o Papa Francisco na sua mensagem para este ano, «este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã.


[…] Através de uma espiritualidade missionária profunda vivida dia a dia e de um esforço constante de formação e animação missionária, envolvem-se adolescentes, jovens, adultos, famílias, sacerdotes, religiosos e religiosas, bispos para que, em cada um, cresça um coração missionário. Promovido pela Obra da Propagação da Fé, o Dia Mundial das Missões é a ocasião propícia para o coração missionário das comunidades cristãs participar, com a oração, com o testemunho da vida e com a comunhão dos bens, na resposta às graves e vastas necessidades da evangelização.»

Sínodo Pan-amazónico vai alargar o coração e o horizonte da Igreja

19 de Outubro de 2017

“O Sínodo Pan-amazónico vai alargar o coração e o horizonte da Igreja naquela região. Lá, onde as Sementes do Verbo foram plantadas pelos primeiros missionários e abraçadas pelos povos nativos, a Igreja cometeu erros e pediu muitas vezes perdão. O Sínodo vai ser uma oportunidade ímpar para pensarmos em como ser mais acolhedores, mais servidores e mais próximos dos povos indígenas, frequentemente desprezados e desacreditados”, declarou o Arcebispo de Porto Velho e Presidenta do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Dom Roque Paloschi.


Esta foi a primeira reação do arcebispo à convocação da Assembleia especial do Sínodo dos bispos para a região da Pan-Amazónica, em outubro de 2019. Nove Igrejas da região amazónica compõem o grupo: Brasil, Colômbia, Equador, Bolívia, Peru, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Venezuela.


A primeira visita do Papa à Amazónia está prevista para breve: durante sua viagem ao Peru, em 19 de janeiro, irá à cidade de Puerto Maldonado, capital do departamento Madre de Dios e da província de Tambopata. Ali, Francisco se reunirá com indígenas da selva peruana e de territórios vizinhos da Bolívia e do Brasil.


Em maio de 2017, o Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da Rede Eclesial Pan-amazónica (REPAM), já ressaltava a importância de dois aspectos fundamentais da região: o propriamente missionário/evangelizador e a questão ecológica.


Para o secretário executivo da REPAM, Maurício López, os “povos indígenas e as comunidades amazónicas devem ser os interlocutores principais deste Sínodo”.


“Durante todo o processo do Sínodo, a voz daqueles que vivem no território amazónico é fundamental. Os bispos obviamente, mas sobretudo também a vida religiosa encarnada que é entregue todos os dias nesse território (sacerdotes, missionários, missionárias, leigos).


A REPAM trabalha em sintonia com a Santa Sé, Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Secretariado da América Latina e Caribe de Caritas (SELACC) e Confederação Latino-americana e Caribenha de Religiosos e Religiosas (CLAR).

Refugiados rohingya carregam histórias terríveis

19 de Outubro de 2017

Aldeias queimadas, famílias inteiras exterminadas, meninas e mulheres violadas. Os média deixaram de lado este tema, mas os refugiados rohingya continuam a fugir, carregando consigo histórias terríveis.


Desde agosto passado, a comunidade rohingya sofreu graves violações dos direitos humanos no Estado em Rakhine, em Myanmar. Mais de 537 mil refugiados já fugiram do país e procuraram protecção no vizinho Bangladesh.


Outros milhares estão a chegar, nestes dias. São mulheres, crianças e homens que experimentaram os horrores mais aterradores. Alguns deles viram os seus entes queridos perderem a vida enquanto atravessavam o Golfo de Bengala para passar a fronteira e chegarem salvos aos campos de refugiados de Kutupalong e Nayapara.


Os que conseguem chegar ao Bangladesh vêm com fome, exaustos e com necessidade urgente de cuidados médicos. Os operadores das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR) trabalham dia e noite para fazer frente a esta crise humanitária. Mas isso não é suficiente. Temos que fazer ainda mais e rapidamente.


Por isso a UNHCR está a pedir ajuda para dar conta da situação.


Fonte: Comboni.org


 

Papa lamenta atentado que matou mais de 300 na Somália

18 de Outubro de 2017

O Papa Francisco lamentou na manhã desta quarta-feira, durante a audiência geral, o ataque terrorista que fez mais de 300 mortos na Somália.


“Desejo exprimir a minha dor pelo massacre acontecido há alguns dias atrás em Mogadiscio, na Somália, que causou mais de trezentos mortos, entre os quais algumas crianças. Este acto terrorista merece a mais firme deploração, também porque se perpetua sobre uma população já muito provada. Rezo pelos defuntos e pelos feridos, para os seus familiares e por todo o povo da Somália. Imploro a conversão dos violentos e encorajo quantos, com enormes dificuldades, trabalham pela paz naquela terra martirizada”, declarou o Santo Padre.


No sábado, 14 de outubro, dois camiões armadilhados explodiram em locais diferentes na capital Mogadíscio. O ataque, ainda que não reivindicado, é atribuído ao grupo terrorista al-Shabaab.

Somália: Mais de 300 mortos em atentado bombista

17 de Outubro de 2017

Actualiza-se continuamente o balanço das vítimas do ataque do passado sábado em Mogadíscio, na Somália, onde um caminhão armadilhado explodiu num bairro central, em frente do hotel Safari e do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Um segundo caminhão explodiu poucos minutos depois numa outra estrada causando várias vítimas.


São mais de 300 os mortos confirmados e igual número de feridos, alguns dos quais em gravíssimas condições.


Embora ainda não tenha sido reivindicado, o ataque é atribuído ao grupo terrorista al-Shabaab, que controla algumas áreas no centro e sul do país.

Todos à mesa por uma mesa para todos

17 de Outubro de 2017

Declaração conjunta de diferentes confissões religiosas no Dia Mundial da Alimentação


 


Lisboa, 16 de Outubro de 2017


Por ocasião do Dia Mundial da Alimentação 2017, que tem este ano como tema "Mudar o futuro das Migrações - Investir na Segurança Alimentar e Desenvolvimento Rural", diferentes confissões religiosas reuniram-se à mesma Mesa, em solidariedade com toda a Humanidade e em especial com todos os irmãos que sofrem situações de pobreza e fome.


Sabemos que hoje em dia o planeta produz alimentos suficientes para todos e, no entanto, em 2016, o número de pessoas subnutridas cronicamente no mundo aumentou para 815 milhões, acima de 777 milhões em 2015. Múltiplas formas de desnutrição coexistem, com países que experimentam simultaneamente altas taxas de desnutrição infantil e obesidade adulta. O excesso de peso e a obesidade infantil está a aumentar na maioria das regiões do mundo e em todas as regiões no caso dos adultos.


O agravamento generalizado de conflitos armados, associado ao impacto de desastres naturais e alterações climáticas têm vindo a exacerbar uma realidade que revela causas estruturais de injustiça e exclusão social e territorial. A competição por recursos naturais limitados (especialmente água e terra) sem respeito pelas comunidades locais e o Bem Comum; a mercantilização de bens alimentares, sujeitos a especulação, torna-se neste contexto ainda mais inaceitável, bem como a falha de sistemas de regulação e de proteção social nas zonas de conflito e zonas mais afetadas por desastres naturais.


Este ano o tema do Dia Mundial da Alimentação realça esta realidade: "Mudar o futuro das Migrações - Investir na Segurança Alimentar e no Desenvolvimento Rural". Em 2015, mais de 65 milhões de pessoas viram-se obrigadas a abandonar a sua Terra devido a conflitos. Mais de 19 milhões de pessoas tiveram de deslocar-se depois de sobreviver a desastres naturais. Muitos procedem de zonas rurais: agricultores, pastores e pescadores. Com contornos diferentes, esta é uma realidade que tem marcado também o nosso país, com o terrível flagelo dos incêndios florestais que revelam falhas estruturais graves na gestão justa dos territórios rurais de minifúndio do interior.


A luta contra a fome e a má nutrição vai muito além da produção de alimentos. A fome e a pobreza extremas podem eliminar-se através da implementação de estratégias de segurança alimentar e nutricional baseadas no Direito Humano a uma Alimentação Adequada, assentes no desenvolvimento rural inclusivo e em sistemas alimentares mais justos e sustentáveis.


Todos nós estamos conscientes de que não é suficiente a intenção de assegurar a todos o pão de cada dia, mas é necessário reconhecer que todos têm direito a ele e portanto devem poder desfrutar do mesmo. O que fazer? Como fazer mais e melhor? A Alimentação está no coração da Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, uma agenda universal que a todos responsabiliza. Com este encontro queremos começar por nos questionar a nós mesmos, e por pôr em prática os ingredientes que sabemos serem o sal de qualquer negociação e transformação social: os valores da paz, da solidariedade, do diálogo e da partilha no Cuidado da nossa Casa Comum.


Dispomo-nos a colaborar com a FAO na implementação de estratégias locais de nutrição e sistemas alimentares sustentáveis, bem como no esforço de implementação da estratégia de segurança alimentar e nutricional da CPLP.


Dispomo-nos a colaborar com a Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar na implementação de estratégias de sensibilização e educação que entendam pertinentes, potenciando o trabalho que já realizamos quer de mudança de atitudes e comportamentos, quer de canalização de potenciais desperdícios para apoio alimentar.


Dispomo-nos a colaborar com a Secretaria de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural na reflexão e implementação de políticas públicas e estratégias locais que reforcem modelos agroecológicos e a agricultura de pequena escala, favorecendo a estruturação dos pequenos proprietários agroflorestais e sistemas alimentares locais que aproximam consumidores (individuais e coletivos) dos produtores, como fator chave de dinamização e revitalização integrada do território, bem como de educação das novas gerações.


Pedimos que, connosco, assumam hoje o compromisso de dar vida às políticas e estratégias que coordenam, de forma inclusiva e participativa, assente nesta que pode ser uma inspiração para todos: Todos à Mesa por uma Mesa para Todos.


Que as Mesas a que cada um se senta cada dia, seja em casa com a família, seja na Celebração Religiosa, seja na negociação de políticas, tenha como centro as Pessoas e o bem Comum.


Fonte: Jirenna


 

17 de Outubro: Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza

17 de Outubro de 2017

O Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza, celebrado nesta terça-feira, 17 de outubro, é assinalado em Lisboa com a realização do Fórum «My Precious – uso das Coisas – quando o mundo não pode ser de ninguém».


Em comunicado a organização afirma que o Fórum, que decorre no auditório do Montepio, na rua do Ouro, em Lisboa, pretende “sugerir uma concreta transformação pessoal de vida” na certeza de que “mais do que depender de estratégias nacionais e decretos” a verdadeira “diminuição da pobreza e das desigualdades dependem inevitavelmente de uma revolução interior que só cada um pode abraçar e iniciar”.


O Fórum «My Precious – uso das Coisas – quando o mundo não pode ser de ninguém» é uma iniciativa da Passionate Happenings e da Cáritas Diocesana de Lisboa.


Também a Oikos, organização não governamental para o desenvolvimento portuguesa e voltada para o Mundo, recorda neste dia a luta contra a pobreza.


“Ajude a tornar a luta contra a pobreza uma realidade deixando novos e renovados sorrisos espalhados pelo Mundo. Neste dia, faça um donativo de qualquer valor”, diz o comunicado da Oikos, que pede também a leitura do Manifesto contra a pobreza.

Dia Mundial da Alimentação salienta futuro da migração

16 de Outubro de 2017

O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta segunda-feira, 16 de outubro, tem como objetivo promover uma ação global em prol daqueles que sofrem com a fome e apelar à garantia da segurança alimentar e uma dieta nutritiva para todos.


Em 2017, o tema escolhido para este dia é "Mude o futuro da migração, invista em segurança alimentar e desenvolvimento rural".  Com dedicação especial à relação entre migração, segurança alimentar e agricultura.


Para assinalar esta data, o Papa Francisco visitou a sede da Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma.


“A realidade atual exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra - isso deve ser dado por certo – mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades, participando das decisões que o afetam e na realização das próprias aspirações, sem ter que se separar de seus entes queridos”, declarou o Papa.


De acordo com o Santo Padre, “a relação entre fome e migração só pode ser enfrentada se formos a raiz do problema”.


“A este respeito, os estudos realizados pelas Nações Unidas, como tantos outros realizados por organizações da sociedade civil, concordam que existem dois obstáculos a serem superados: conflitos e mudanças climáticas”, concluiu.


 

Papa anuncia um Sínodo para a Amazónia

16 de Outubro de 2017

O Papa Francisco anunciou no domingo, 15 de outubro, a convocação de uma assembleia especial do Sínodo dos Bispos para a região pan-amazónica, em outubro de 2019, no Vaticano.


“O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspetivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazónica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”, declarou o Santo Padre.


O Papa Francisco já tinha aprovado a criação de uma Rede Eclesial Pan-Amazónica (REPAM) que inclui representantes de comunidades católicas de 9 países.


Em setembro, na sua viagem à Colômbia, o Papa convidou a respeitar a sabedoria dos povos indígenas da Amazónia, que passar pelo respeito da “sacralidade da vida” e da natureza.


“A Amazónia constitui, para todos nós, um teste decisivo para verificar se a nossa sociedade, quase sempre confinada ao materialismo e no pragmatismo, está em condições de salvaguardar o que recebeu gratuitamente, não para o espoliar, mas para o fazer frutificar”, apelou na ocasião.


O Sínodo dos Bispos pode ser definido, em termos gerais, como uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo, a que se juntam peritos e outros convidados, com a tarefa ajudar o Papa no governo da Igreja.

Perseguição aos Cristãos é a mais violenta de todos os tempos

13 de Outubro de 2017

A Igreja a Ajuda que Sofre (AIS) apresentou na quinta-feira, em Lisboa, o mais recente relatório sobre a perseguição aos Cristãos no mundo e afirma: nunca na História se verificou uma perseguição tão violenta contra um grupo religioso como nos tempos actuais.


Intitulado “Perseguidos e Esquecidos?”, o relatório demonstra que em todos os 13 países analisados, a situação dos Cristãos deteriorou-se. E isso significa que, em muitos lugares, é a própria sobrevivência do Cristianismo que está em causa.


No Iraque, por exemplo, “o êxodo dos Cristãos é tão grave que uma das Igrejas mais antigas do mundo está em vias de desaparecer no prazo de três anos”. E o mesmo se passa na Síria. A derrota do Daesh, os jihadistas do auto-proclamado “Estado Islâmico” e de outros grupos que actuam no Médio Oriente, “constitui a última esperança” para os cristãos “ameaçados de extinção”.


Esta ameaça, que alastrou a outras paragens, a outros países, a outros protagonistas, tem sempre o mesmo denominador comum: o ataque deliberado contra as comunidades cristãs. Se no Médio Oriente a violência é exercida normalmente por grupos jihadistas, há casos em que os ataques contra a comunidade cristã são realizados pelo próprio Estado. Na China e na Coreia do Norte, por exemplo, a perseguição tem o próprio cunho do Estado.


A situação vivida na Coreia do Norte, o regime mais hermético do mundo, é mesmo alarmante, havendo relatos em que se descrevem “atrocidades inimagináveis” sofridas pelos Cristãos em campos de concentração. São relatos de trabalhos forçados, tortura, perseguição, fome, violação, aborto forçado, violência sexual e morte extrajudicial.


Também em África há cada vez mais sinais de um extremismo religioso que afecta as comunidades cristãs. É o caso da Nigéria, onde o grupo terrorista Boko Haram, afiliado no auto-proclamado “Estado Islâmico”, tem provocado uma onda de violência imensa, provocando mais de 1,8 milhões de refugiados ou deslocados.


O relatório “Perseguidos e Esquecidos?”, que que compreende o período entre Agosto de 2015 e Julho de 2017, refere como exemplo a situação na Diocese de Kafanchan, na Nigéria, que nos últimos cinco anos sofreu duramente o terror deste grupo islamita com o assassinato de 988 pessoas e a destruição de 71 aldeias – na sua maioria cristãs –, assim como mais de duas dezenas de igrejas.

Fátima: Mensagem de paz num mundo marcado pela ameaça da guerra nuclear

13 de Outubro de 2017

O bispo de Leiria-Fátima presidiu esta sexta-feira, 13 de outubro, à Missa de encerramento das celebrações do Centenário das Aparições, deixando uma mensagem em favor da paz num mundo marcado pela ameaça da guerra nuclear.


“Persistem as tensões entre as grandes potências, continuam os conflitos configurando uma ‘terceira guerra mundial em episódios’, alastra o terrorismo e a ameaça nuclear”, disse D. António Marto, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas para a peregrinação internacional aniversária do 13 de outubro.


O responsável falou da “mensagem profética de esperança” de Fátima, “não um segredo intimidatório, de medo”, mas “uma palavra de bênção”.


“A paz é um tema central da mensagem. Ao pedir para se rezar o terço pela paz todos os dias, Nossa Senhora quer desencadear, através da oração, uma mobilização geral do povo católico que leve ao compromisso ativo pela paz no mundo”, precisou D. António Marto, que renovou o apelo deixado pelo Papa Paulo VI em 1967.


Com informações da Agência Ecclesia.


 

Servir com alegria nas periferias

12 de Outubro de 2017

Os combonianos que vivem na periferia de Salvador da Bahia procuram evangelizar e promover a dignidade e os direitos humanos nas comunidades, integradas na sua maioria por afro-brasileiros.


Por: BERNARDINO FRUTUOSO, Jornalista


Sussuarana, Salvador da Bahia. O clima é quente e húmido nesta região do Nordeste brasileiro. Nas ruas, cheias de gente e veículos motorizados, sente-se o ritmo frenético e caótico de um dia de trabalho. O bairro de Sussuarana (nome indígena que significa «onça parda») tem uma grande extensão territorial. Vislumbram-se pequenas colinas, com poucas árvores, onde se aglomeram construções desordenadas e amontoadas, com difíceis acessos. Nessas casas, vivem mais de 110 mil pessoas, com escassos serviços públicos. O P.e José Manuel Guerra Brites, missionário comboniano português, natural de Torres Novas, recebe-nos em Sussuarana, onde chegou em Dezembro de 2013. É o responsável pela paróquia dedicada a São Daniel Comboni. Na comunidade comboniana vivem também os padres José Boaventura (português), Severino Perini (italiano) e Bernardino Mossi (togolês). Trabalham em equipa com muitos agentes de pastoral e as Irmãs da Providência.


O P.e José Manuel explica-nos que a vida nesta região do país está difícil, apesar da efervescência do turismo. São muitos os estrangeiros e brasileiros que visitam as belas praias que se estendem pela cidade, primeira capital do país, semeada de igrejas históricas e com uma grande riqueza cultural. Terra onde nasceram e vivem muitos escritores e cantores de renome internacional, entre os quais o escritor Jorge Amado.


No bairro Sussuarana, movimentado pelo pequeno comércio, os serviços públicos são escassos e existem poucas oportunidades de trabalho. «Os governantes esquecem-se rapidamente das promessas que fazem nas campanhas eleitorais. A corrupção, uma doença endémica no Brasil, encarrega-se também de desviar recursos e eliminar oportunidades de desenvolvimento», conta-nos. Nessa noite, enquanto estávamos na rua, foi cortada a energia eléctrica. Dizem-nos que é uma situação comum nos últimos tempos. Pouco depois, ecoava o som dos disparos, as pessoas procuravam regressar a suas casas à pressa. Alguns negócios fechavam as portas. Respirava-se um ambiente de tensão. A delinquência e a violência são também males que correm nas ruas do bairro Sussuarana.


O missionário comenta-nos que os Combonianos estão em Salvador da Bahia desde a década de 1980. Assumiram duas paróquias nos bairros periféricos da cidade, densamente povoados. Os habitantes são, na sua maioria, afro-brasileiros. Estes bairros de periferia cresceram, nessa época, pelas constantes ondas de migrantes provenientes do interior da Bahia. Fugiam das situações de precariedade, de pobreza e secas prolongadas, estabelecendo-se nas periferias da capital baiana.


A comunidade comboniana dedica-se ao cuidado pastoral de 11 comunidades cristãs. Com os animadores, catequistas e responsáveis de cada bairro, organiza-se a vida sacramental e litúrgica, o trabalho com os movimentos sociais, a pastoral da criança e a pastoral prisional, pois vivem perto do maior presídio da Bahia onde estão milhares de reclusos. As comunidades cristãs são vivas, acolhedoras, com espirito evangelizador. «Apesar da nossa pobreza e limitações, procuramos ser uma Igreja em saída, como pede o Papa Francisco. Discípulos missionários que sabem ir ao encontro das pessoas e estabelecer pontes com outras culturas e religiões», refere o P.e José Manuel.


 


Pastoral afro-brasileira


Na casa comboniana funciona o Centro de Pastoral Afro Heitor Frisotti (Cenpah). Tem como missão o acompanhamento da pastoral da população afro-brasileira e a promoção da cultura e dos valores do povo negro que nos séculos da colónia foi trazido em situação de escravatura das várias regiões da África. No Cenpah organizam-se cursos e oficinas temáticas. Funciona também uma biblioteca especializada nas questões afro-brasileiras. A aposta principal, explica o P.e José Manuel, é a educação. «A comunidade comboniana possibilita neste espaço a oportunidade aos jovens negros da periferia de se prepararem para o exame de ingresso no ensino superior, pois muitos não têm condições de pagar esses cursos no ensino privado.»


Os missionários e os colaboradores organizam também cursos de cultura afro-brasileira para líderes das comunidades e capacitação étnica para professores das escolas. «Procura-se promover os valores culturais e religiosos dessa população, geralmente marginalizada e esquecida», sublinha o missionário. Para isso, realizam-se, sobretudo para os jovens, ateliês de teatro, de poesia, de direitos humanos, formação para a cidadania.


 


Vida de serviço


O P.e José Manuel Guerra Brites está no Brasil há 18 anos e viveu noutras regiões do país. Além de ter estado à frente de várias paróquias em periferias de outros Estados do Nordeste brasileiro e Amazónia, trabalhou com os jovens, no Centro da Juventude pela Paz em Timon, Maranhão. Essas experiências fizeram crescer a mística do serviço alegre aos pobres. «A vida do missionário, como afirmava São Daniel Comboni, é um misto de alegrias e tristezas. A missão ensinou-me a caminhar ao ritmo das pessoas, a estar ao lado dos mais pobres nas suas lutas, a não desanimar frente às dificuldades, a confiar na força da fé e da oração dos pequenos e simples», refere.


A paróquia, fundada há vinte anos, tem como lema «Mil vidas para a Missão» e aposta na formação dos leigos, na motivação e dinâmica da missão popular. Dentro do território paroquial o compromisso dos missionários com a evangelização segue a metodologia do padroeiro e fundador, São Daniel Comboni, e dos Combonianos: «Salvar a África por meio dos africanos». Em 2016, na linha das Santas Missões Populares, iniciou-se um processo de formação, procurando o maior envolvimento dos cristãos, dos líderes de comunidades e das pastorais. «Esta dinâmica está em sintonia com a mensagem central do Documento de Aparecida, dos bispos americanos. Todos os cristãos estão chamados, em virtude do seu baptismo e em abertura aos desafios da sociedade, a sair ao encontro dos mais sofredores com espírito alegre, solidário e fraterno», sublinha. «Estamos a construir o Centro de Formação Missionária, que será um espaço precioso para a formação missionária», comenta o comboniano português.


Em 2018, será o ano em que o P.e José Manuel completará as bodas de prata sacerdotais. «Dou graças a Deus pela vida missionária e por estes anos em que Ele foi fiel, pois vou cumprir daqui a pouco 25 anos de serviço missionário sacerdotal», refere com um sorriso.

Nossa Senhora Aparecida, abençoai o Brasil

12 de Outubro de 2017

Faz hoje 300 anos que uns pescadores apanharam nas redes o corpo de uma estátua da Imaculada Conceição sem a cabeça. Depois, apanharam igualmente a cabeça. Estávamos a 12 de outubro de 1717.


Em 1929, nossa Senhora Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil e Santa Padroeira oficial do país, pelo Papa Pio XI.


Em 1984, a conferência dos Bispos do Brasil, declarou o local Aparecida como santuário nacional. Estima-se que seja frequentado, anualmente, por mais de sete milhões de visitantes.


O santuário de Aparecida é o maior santuário mariano do mundo.


O Papa Francisco disse ontem que a história dos pescadores “nos lembra que neste momento difícil do Brasil, a Virgem Maria é um sinal que impulsiona para a unidade construída na solidariedade e na justiça”.

A missão não se faz sem amor

11 de Outubro de 2017

Élia Maria Cabrita Gomes é natural de Paderne (Albufeira). É enfermeira, aposentada. Em 2011, partiu com os Leigos Missionários Combonianos (LMC) por dois anos para a República Centro-Africana. Acabou por ficar cinco anos nesta missão.


Por: CATARINA ANTÓNIO, FEC


Quando tinha apenas 16 anos, surgiu uma oportunidade de fazer uma experiência de dois meses em Angola que considera ter sido «o clique para realizar um sonho». Infelizmente o seu pai não estava de acordo e não partiu. Ainda enquanto estudante de Enfermagem pensava partir, mas em 1976 ao terminar o seu curso começa a trabalhar no Hospital de Faro, onde ficou até à data da sua aposentação, casa e tem uma filha. Em 2006, tem finalmente a sua primeira experiência e parte por sete meses para a República Democrática do Congo com a AMI. «Foi uma experiência de apenas sete meses que serviu de estímulo e aumentou o meu desejo de voltar a África, de sair do meu comodismo e ir ao encontro de outros povos», partilha. Começou a fazer voluntariado no Lar do Centro Paroquial de Paderne, a sua paróquia de origem, e descobre os LMC através da revista Além-Mar que encontrou nos seus primeiros dias de trabalho. «Fiz a formação com os LMC (2008-2010), conheci Comboni, o seu lema Salvar África com África fazia todo o sentido, assim como sair, ir ao encontro dos mais pobres e abandonados, contribuir para a melhoria da sua qualidade de vida e favorecer a promoção humana», diz-nos.


Foi por dois anos e ficou cinco!


Em Fevereiro de 2011, chegou a Bangui (capital da República Centro-Africana – RCA), a Mongoumba, para um período de dois anos, «sem expectativas, preparada para aceitar e dar o que a missão me pedir». Acabou por ficar cinco anos «com experiências de vida muito intensas. Os primeiros tempos foram de aprendizagem: ver e ouvir, aprender a estar, aceitar e respeitar, enfim dar os primeiros passos numa cultura e hábitos tão diferentes dos nossos», diz-nos.


Sobre o seu destino, Mongoumba, diz-nos que é a sede de um dos dez concelhos do distrito de Mbaiki: «É uma vila com cerca de oito mil habitantes, situada a 190 km de Bangui, em plena floresta equatorial. Faz fronteira com a República Democrática do Congo e o Congo Brazzaville. O concelho de Mongoumba tem uma população de 25 mil habitantes de várias etnias contando entre elas o povo pigmeu Aka. Os pigmeus são discriminados pelo resto da população que os utiliza como mão-de-obra barata, são os mais desfavorecidos da sociedade, vivem em vários acampamentos dispersos na floresta, quase todos habitam em casas de folhas, são poucos os que fazem casas de barro e de tijolo ainda menos, alimentam-se do que recolhem da floresta. Os seus bens resumem-se ao que podem transportar quando deixam o acampamento e partem, mais para o interior da floresta, para as campanhas de pesca, recolha de mel, lagartas... Produtos que vendem ou trocam por sal, panos para se cobrirem e pequenos adornos. Raramente têm dinheiro e o pouco que têm nunca é suficiente para pagar os cuidados de saúde.


Evangelização do povo pigmeu


A missão de Mongoumba tem como prioridade a evangelização do povo pigmeu e grande parte das nossas actividades têm em vista a melhoria das condições de vida deste povo e a sua integração social. Numa pastoral de proximidade e trabalhando na sensibilização e promoção da saúde visitei muitos acampamentos, visitei doentes, desparasitei crianças e nos dois primeiros anos, com a colaboração do Exército francês, fizemos várias campanhas de tratamento do pian (doença contagiosa e incapacitante). Fiz muitos quilómetros a pé na floresta... Numa realidade dura que não é possível mudar, apenas retocar com um pouco de criatividade e ter esperança que as sementes lançadas dêem fruto.


Após vários anos de trabalho, em que a Missão serviu de ponte entre este povo e o centro de saúde público, o resultado começa a ser visível e gratificante, os pigmeus ainda são os últimos a ser atendidos nas consultas, mas são consultados e quando necessitam de internamento ficam nas mesmas enfermarias que o resto da população. Durante cinco anos uma das minhas actividades foi de vigilância dos pigmeus internados, para que não fossem esquecidos, porque é muito fácil esquecer o tratamento ou dar a injecção a quem não tem voz! A ajudar-me nesse trabalho sempre contei com a preciosa colaboração dos dois agentes de saúde que trabalham no Centro de Reabilitação física da Missão. Muito do nosso trabalho é despertar consciências porque toda a gente é pessoa, em sango Zo kwe Zo e como tal deve ser tratada e respeitada.»


Conta-nos que após o golpe de Estado em Março de 2013 «o país mergulhou no caos vivendo sob o domínio das armas durante três anos. A pobreza e o sofrimento da população atingiram níveis nunca antes imagináveis. Apesar das muitas ONG no terreno, a Missão Católica é quase a única instituição que continua, de forma constante, a trabalhar na defesa e promoção da dignidade deste povo tão sofrido, desenvolvendo actividades nas áreas da educação, saúde, promoção humana, pastoral, justiça e paz... Nos últimos dois anos, o meu grande investimento foi na despistagem e tratamento das crianças malnutridas, na sensibilização e formação dos pais sobre higiene e nutrição. Um trabalho desgastante, tanto física como psicologicamente, mas tendo a compensação em cada criança que recuperou e voltou a sorrir. Tive a possibilidade de ter a trabalhar comigo uma boa equipa, gente da terra, disponível e interessada.»


Partir sem expectativas, regressar cheia de sonhos


Termina dizendo que apesar de ter chegado em 2011 sem expectativas, regressa com o sonho de um dia regressar à missão da RCA e encontrar «casas que não são arrastadas pela chuva, com telhados que não são levados pelo vento; crianças saudáveis, bem alimentadas que têm livros e vão à escola; estradas sem buracos (mesmo as estradas de terra) e meios de transporte que aproximem aldeias, vilas e cidades; pigmeus que conhecem os seus deveres e são capazes de lutar pelos seus direitos; uma legislação nova em que as “bruxas” não vão a tribunal, mas sim os que as denunciam e atacam; centros de saúde e hospitais a funcionar com médicos e enfermeiros com formação, onde se fazem operações, análises e exames, onde há nome e causa para as doenças, deixando de haver doenças místicas; sonho que vou encontrar um país onde os pilares da educação, os professores, vão à escola e têm mais do que o 6.º ou 9.º ano de escolaridade; e, porque “Deus ama o seu povo”, tenho fé que o ódio que ainda existe vai dar lugar a uma paz duradoura num clima de amor e tolerância.


É um sonho e uma esperança que as riquezas do país não vão só para os bolsos de alguns, mas passem a servir para melhorar a qualidade de vida de todos. A missão não se faz sem amor! Gosto do país e gosto das pessoas, um povo que sofre, mas continua a rir, cantar e dançar. É o meu povo! Os mais pequenos são os que guardo com mais carinho no meu coração, recordar as crianças, os seus sorrisos puros e sinceros vai ser calor para as noites frias de Inverno».

Papa recorda 300 de Nossa Senhora Aparecida

11 de Outubro de 2017

Durante a audiência geral desta quarta-feira, 11 de outubro, o Papa Francisco recordou os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.


“Saúdo todos os peregrinos do Brasil e de outros países de língua portuguesa, particularmente os diversos grupos de sacerdotes, religiosos e fiéis brasileiros residentes em Roma, que vieram a esta Audiência para dividir a alegria pelo jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, cuja festa se celebra amanhã. A história dos pescadores que encontraram no Rio Paraíba do Sul o corpo e depois a cabeça da imagem de Nossa Senhora, e que foram em seguida unidos, nos lembra que neste momento difícil do Brasil, a Virgem Maria é um sinal que impulsiona para a unidade construída na solidariedade e na justiça. Que Deus lhes abençoe”.

Papa assinala encerramento do Centenário das Aparições

11 de Outubro de 2017

O Papa Francisco recordou nesta quarta-feira, 11 de outubro, os 100 anos das Aparições em Fátima e pediu orações pela paz no mundo.


“Na próxima sexta-feira, 13 de outubro, conclui-se o centenário das últimas aparições marianas em Fátima. Com o olhar voltado a Mãe do Senhor e Rainha das Missões, convido todos, especialmente neste mês de outubro, a rezar o Santo Rosário pela intenção da paz no mundo. Possa a oração dissuadir os ânimos mais rebeldes, para que tirem a violência de seus corações, de suas palavras e de seus gestos, e construam comunidades não-violentas, que cuidem da casa comum. Nada é impossível se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podemos ser construtores de paz”, disse o Santo Padre.


O Papa lembrou também o Dia Internacional para a Redução dos Desastres Naturais, que é celebrado no mesmo dia 13 de outubro.


“Renovo o meu premente apelo pela salvaguarda da criação, mediante uma sempre mais atenta tutela e cuidado pelo ambiente. Encorajo, neste sentido, as instituições e todos os que têm responsabilidade pública e social, a promover sempre mais uma cultura que tenha como objetivo a redução da exposição aos riscos e às calamidades naturais. As ações concretas, voltadas ao estudo e à defesa da casa comum, possam reduzir progressivamente os riscos para as populações mais vulneráveis”.

Obrigado, São Daniel Comboni, por ter fundado o Instituto comboniano

10 de Outubro de 2017

“Que belo que São Daniel Comboni, nosso Pai e Fundador, se tenha tornado uma figura tão atraente, graças ao testemunho dado pelos Combonianos, Combonianas, Seculares combonianas e Leigos Missionários Combonianos. Sim, os santos e as santas contagiam a todos, em todos os lugares. (...) Obrigado Comboni! Obrigado África, porque modelaste Comboni e fizeste dele um santo e generoso homem de Deus”.


Padre Tesfaye Tadesse Gebresilasie MCCJ, em nome do Conselho Geral.


Boa festa de São Daniel Comboni!

Galeria


Comentários

Mostrar comentários | Escrever um comentário