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Actualidades

Poema de solidariedade para com os habitantes do Rio de Janeiro

22 de Fevereiro de 2018

Os habitantes do Rio de Janeiro, no Brasil, estão a passar por um momento difícil devido à intervenção do Exército no sentido de querer controlar a violência que tem vindo sempre a aumentar nos últimos anos. Solidário com o povo desta bela cidade, o P. Saverio Paolillo, comboniano italiano a trabalhar na Pastoral do Menor e Carcerária, no Brasil, compôs um poema-oração, uma bela reflexão que, sem dúvida, não deixa de ser um desafio, para quem ama e quer bem ao Brasil. Espero que seja também uma ajuda, ao início desta Quaresma, para vivermos mais a sério a fé e de um modo mais comprometido a Campanha da Fraternidade “Somos todos irmãos”, que está a decorrer no País.


Leia aqui o poema-oração.

Na sexta-feira, celebra-se um Dia de Jejum e Oração pela Paz

22 de Fevereiro de 2018

Diante da persistência de conflitos em diversas partes do mundo, o Papa Francisco convocou para 23 de Fevereiro um Dia de Jejum e Oração pela Paz, para recordar, em particular, as populações da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. “As vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias”, afirmou o Santo Padre. “Diante da trágica continuação de situações de conflito em diversas partes do mundo, convido todos os fiéis a um Dia especial de Oração e Jejum pela Paz”.


Ofereceremos este Dia de Oração e Jejum pela Paz “em particular, pelas populações da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. Como em outras ocasiões similares, convido também os irmãos e irmãs não católicos e não cristãos para se associarem a esta iniciativa nas modalidades que considerarem mais oportunas, mas todos juntos”, acrescentou.


O Santo Padre recordou que “o nosso Pai Celeste escuta sempre os seus filhos que gritam a Ele na dor e na angústia, cura os corações feridos e enfaixa suas feridas”.


O Pontífice dirigiu um apelo, para que também cada um de nós ouça este grito e que cada um, diante de Deus, pergunte na própria consciência: “O que eu posso fazer pela paz?”: “Certamente podemos rezar; mas não só. Cada um pode dizer concretamente «não» à violência naquilo que depender dele ou dela. Porque as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias; enquanto trabalhar pela paz faz bem a todos!”

Bispos: Abertura solidária

22 de Fevereiro de 2018

Os bispos das 21 dioceses de Portugal publicaram as respetivas mensagens para a Quaresma, exceto Viseu, e indicaram a quem se vai destinar o produto das renúncias quaresmais dos diocesanos. A maioria manifestou uma abertura de horizontes que importa assinalar.


Assim:


Viana do Castelo reparte as entradas pelas obras na catedral e o financiamento de um hospital no Gana;


Braga destina o produto ao Fundo Partilhar com Esperança e à missão de Ocua, em Pemba (Moçambique);


Lamego contempla as obras no seminário para o adequar à formação pastoral e as vítimas da guerra no Kivu (RD do Congo);


Porto reparte a pecúnia com Fundo Solidário Diocesano e a Guiné-Bissau;


Viseu vai ajudar as vítimas dos fogos do ano passado e uma missão vicentina em Moçambique;


Guarda também auxilia as vítimas dos incêndios e uma obra na Guiné-Bissau;


Aveiro apoia o colégio da diocese e São Tomé e Príncipe;


Leiria-Fátima vai ajudar os cristãos perseguidos no Iraque e no Paquistão;


Portalegre-Castelo Branco tem a RD Congo e o Fundo solidário como destinatários;


Setúbal vai ajudar os cristãos no Iraque e Síria e um projeto na Trafaria;


Évora também destina as renúncias à Síria;


Beja distribui o dinherio pela Terra Santa e pela diocese;


Funchal quer ajudar o Fundo Social Diocesano e construir casas para os cristãos no Iraque;


Forças Armadas e de Segurança reservam um terço para a capelania e enviam dois terços para Moçambique;


Lisboa vai financiar um programa de educação na República Centro-Africana.


Quanto às restantes dioceses,


Santarém quer melhorar o Fundo de Partilha Diocesano,


Angra apoia as vítimas dos incêndios nas dioceses de Portalegre-Castelo Branco e Viseu;


Bragança-Miranda está virada para o seminário e a pastoral;


Vila Real empodera a Conferência de São Vicente de Paulo para fazer face à pobreza encapotada e vai criar bolsas de estudo para ajudar seminaristas pobres;


Coimbra quer apoiar a Obra Frei Gil


e Faro ajudar um projeto em Aljezur.


Os bispos estão de parabéns: a maioria vai para além das necessidades entre portas e vai fazer chegar o produto da renúncia solidária à África e à Ásia.


Por José da Silva Vieira (MCCJ) - Jirenna

Mais de 40 mil imigrantes venezuelanos entraram no Brasil

21 de Fevereiro de 2018

Já são mais de 40 mil os imigrantes venezuelanos em território brasileiro. Só em 2018 já chegaram 18 mil. Gente desesperada, que foge da fome e da instabilidade na Venezuela.


A gravíssima crise económica, social e política da Venezuela está a produzir uma onda imigratória no Norte do Brasil.


Mais de 40 mil venezuelanos já cruzaram a fronteira para o território brasileiro. Somente em 2018 entraram no Brasil 18 mil venezuelanos. Uma média de 360 pessoas por dia. No mesmo período, cerca de 3.500 venezuelanos cruzaram a fronteira de volta para a Venezuela.


O caminho de entrada é o Estado de Roraima, mais precisamente a pequena cidade de Pacaraima, junto à fronteira entre os dois países.


Na capital Boa Vista, eles ainda dependem da ajuda de voluntários para ter o que comer.


De acordo com uma notícia publicada hoje pelo portal G1, 150 venezuelanas deram à luz no Estado de Roraima durante o mês de janeiro de 2018. Em janeiro de 2017 foram realizados apenas 12 partos de venezuelanas.


O Governo brasileiro está preocupado com a “imigração desordenada” e designou soldados da Força Nacional de Segurança para a atuarem na fronteira como auxílio aos agentes da Polícia Federal. O Governo também prepara medidas para tratar a questão dos imigrantes: “Não faltará recursos para solucionar essa questão dos venezuelanos tanto no aspeto humanitário como a solução para estado de Roraima”, afirmou o presidente Michel Temer.

Evangelho do dia: Quarta, 21 de fevereiro de 2018

Evangelho segundo S. Lucas 11,29-32

21 de Fevereiro de 2018

Jonas, figura de Cristo


 


Comentário do dia: São Jerónimo


Naquele tempo, aglomerava-se uma grande multidão à volta de Jesus e Ele começou a dizer: «Esta geração é uma geração perversa: pede um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal de Jonas.


Assim como Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive, assim o será também o Filho do homem para esta geração.


No juízo final, a rainha do sul levantar-se-á com os homens desta geração e há de condená-los, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; e aqui está quem é maior do que Salomão.


No juízo final, os homens de Nínive levantar-se-ão com esta geração e hão de condená-la, porque fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; e aqui está quem é maior do que Jonas».


 


Santo do dia: S. Pedro Damião, bispo, Doutor da Igreja, +1072.

Sudão: Páscoa de paz em nossos corações

20 de Fevereiro de 2018

“A Páscoa deve ser verdadeira paz em nossos corações, com nossos vizinhos e nossas nações.”


Dom Barani Kussala, bispo de Tombura-Yambio e Presidente da Conferência Episcopal do Sudão, agradece o Papa por convocar um Dia de oração e jejum em 23 de fevereiro e pelo constante apoio.


“Estamos humildemente agradecidos ao nosso amado Papa Francisco que nos convida a unirmo-nos em oração e a jejuar pela paz em nossa martirizada terra e em todas as nações em situação de dificuldade”, disse o bispo em mensagem dirigida aos católicos no I Domingo da Quaresma, a 18 de fevereiro.


“Em nome dos católicos e de todo o povo do Sudão e do Sudão do Sul, gostaria de agradecer sinceramente o Santo Padre por seu amor e contínua atenção por nós. Desde o primeiro dia dos conflitos bélicos, o Papa ofereceu orações e apoio para a estabilidade e a paz no Sudão do Sul, inclusive o Sudão”, acrescentou o bispo.


“Nosso país precisa de unidade, que nos conduza à cura através de um autêntico arrependimento. Unidade não significa uma sociedade livre de conflitos, mas uma sociedade em que todos possam ter liberdade e experimentar o amor e a compaixão”, continua Dom Kussala.


A diocese de Tombura-Yambio conta mais de um milhão de fiéis.

Igreja celebra pela primeira vez festa dos Santos Francisco e Jacinta Marto

20 de Fevereiro de 2018

A Igreja Católica celebra nesta terça-feira, 20 de fevereiro, pela primeira vez, a festa litúrgica dos Santos Francisco e Jacinta Marto, videntes de Fátima que foram canonizados a 13 de maio de 2017 pelo Papa Francisco.


Um ano depois da canonização dos Santos Francisco e Jacinta Marto numa festiva e solene celebração presidida pelo Papa Francisco, o Santuário de Fátima celebra hoje a festa litúrgica dos mais jovens santos não mártires da igreja universal.


O Dia dos Pastorinhos iniciou-se com o Rosário na Capelinha das Aparições, seguido da procissão para a Basílica da Santíssima Trindade e a Missa Votiva dos Santos Francisco e Jacinta Marto.


Na parte da tarde, às 14h, ocorre um encontro com crianças na Basílica da Santíssima Trindade, seguido da oração do Rosário. Pelas 16h haverá uma visita aos túmulos dos Pastorinhos, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. O momento de veneração será acompanhado musicalmente pela Schola Cantorum Pastorinhos de Fátima, e culmina com as vésperas, marcadas para as 17h30.


A transmissão pode ser acompanhada em direto na página oficial do Santuário de Fátima.

O novo rosto da autoridade na vida consagrada

20 de Fevereiro de 2018

A comissão organizadora da XXXIII Semana de Estudos da Vida Consagrada que decorreu em Fátima de 10 a 13 de Fevereiro de 2018 sob o tema «Inovar na Vida Consagrada – Para vinho novo, odres novos (Mc 2,22)» convidou o P. José da Silva Vieira, provincial dos combonianos em Portugal e Presidente da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal, a desenvolver o tema «O novo rosto da autoridade».


“O novo rosto da autoridade – afirma o missionário comboniano – não se consegue através de uma campanha massiva de cirurgias plásticas já que um grande número de pessoas em autoridade é entrado nos anos. Faz-se, sim, através de um transplante, da cordialidade: os novos corações da autoridade. As consagradas e consagrados em autoridade são desafiados a servir com coração.”


“É este o transplante que Deus propõe ao querer mudar corações petrificados em corações encarnados. O Senhor prometeu pela boca do profeta: «Dar-vos-ei um coração novo e introduzirei em vós um espírito novo: arrancarei do vosso peito o coração de pedra e vos darei um coração de carne». Daí que eu gostava de chamar a esta reflexão «Os novos corações da autoridade na vida consagrada»”, diz o P. José da Silva Vieira.


Leai aqui o texto completo.

Santa Sé: Melhorar o Pacto Global para Refugiados

20 de Fevereiro de 2018

Ao analisar o esboço do Pacto Global para Refugiados, a Santa Sé sublinha que foram deixados de fora alguns aspetos importantes como, por exemplo, a referência à dimensão espiritual dos refugiados, os seus direitos de liberdade religiosa e a necessidade de fazer mais para respeitar a unidade da família.


Em 2016, durante uma assembleia das Nações Unidas, 193 países concordaram com a elaboração de um pacto global para proteger os direitos dos refugiados e migrantes em todo o mundo.


O observador permanente da Santa Sé na ONU, Dom Ivan Jurkovič, recordou “que proteger os refugiados é uma tarefa que supera a boa vontade dos países e exige flexibilidade e cooperação dentro da Comunidade internacional.”


“Este momento histórico é uma oportunidade para elevar a abordagem padrão da Comunidade internacional. São necessárias políticas e medidas concretas”, ressaltou Dom Jurkovič, a citar também as palavras do Papa Francisco: “Defender os direitos inalienáveis dos refugiados, respeitando a liberdade fundamental e a dignidade. Este é um dever ao qual ninguém está isento.”

Mensagem do Papa por ocasião da Campanha da Fraternidade

14 de Fevereiro de 2018

Por ocasião do lançamento da «Campanha da Fraternidade 2018» o Papa Francisco enviou uma mensagem aos bispos brasileiros.


“Neste tempo quaresmal, de bom grado me uno à Igreja no Brasil para celebrar a campanha “Fraternidade e a superação da violência”, cujo objetivo é construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência. Desse modo, a Campanha da Fraternidade de 2018 nos convida a reconhecer a violência em tantos âmbitos e manifestações e, com confiança, fé e esperança, superá-la pelo caminho do amor visibilizado em Jesus Crucificado”, escreve o Santo Padre.


“Jesus veio para nos dar a vida plena (cf. Jo 10, 10). Na medida em que Ele está no meio de nós, a vida se converte num espaço de fraternidade, de justiça, de paz, de dignidade para todos (cf. Exort. Apost. Evangelii gaudium, 180). Este tempo penitencial, onde somos chamados a viver a prática do jejum, da oração e da esmola nos faz perceber que somos irmãos. Deixemos que o amor de Deus se torne visível entre nós, nas nossas famílias, nas comunidades, na sociedade”, lê-se na mensagem.


“É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação” (1 Co 6,2; cf. Is 49,8), que nos traz a graça do perdão recebido e oferecido. O perdão das ofensas é a expressão mais eloquente do amor misericordioso e, para nós cristãos, é um imperativo de que não podemos prescindir. Às vezes, como é difícil perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração, a paz. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança é condição necessária para se viver como irmãos e irmãs e superar a violência. Acolhamos, pois, a exortação do Apóstolo: “Que o sol não se ponha sobre o vosso ressentimento” (Ef 4, 26).


“Sejamos protagonistas da superação da violência fazendo-nos arautos e construtores da paz. Uma paz que é fruto do desenvolvimento integral de todos, uma paz que nasce de uma nova relação também com todas as criaturas. A paz é tecida no dia-a-dia com paciência e misericórdia, no seio da família, na dinâmica da comunidade, nas relações de trabalho, na relação com a natureza. São pequenos gestos de respeito, de escuta, de diálogo, de silêncio, de afeto, de acolhida, de integração, que criam espaços onde se respira a fraternidade: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), como destaca o lema da Campanha da Fraternidade deste ano. Em Cristo somos da mesma família, nascidos do sangue da cruz, nossa salvação. As comunidades da Igreja no Brasil anunciem a conversão, o dia da salvação para conviverem sem violência”.


“Peço a Deus que a Campanha da Fraternidade deste ano anime a todos para encontrar caminhos de superação da violência, convivendo mais como irmãos e irmãs em Cristo. Invoco a proteção de Nossa Senhora da Conceição Aparecida sobre o povo brasileiro, concedendo a Bênção Apostólica. Peço que todos rezem por mim”, conclui o Papa Francisco.


Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta a Campanha da Fraternidade como caminho de conversão quaresmal. Um caminho pessoal, comunitário e social que visibilize a salvação paterna de Deus.


“Fraternidade e superação da violência” é o tema da Campanha para a Quaresma, em 2018. O Evangelho de Mateus inspira o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).


A Campanha é lançada oficialmente nesta Quarta-feira de Cinzas, 14 de fevereiro de 2018.

Papa assinala início da Quaresma

14 de Fevereiro de 2018

O Papa Francisco assinalou esta quarta-feira, 14 de fevereiro, o início do tempo da Quaresma.


“Convido todos a entrar neste tempo de conversão dando mais espaço nas vossas vidas à oração e à partilha com os mais pobres. Desejo a todos uma boa Quaresma”, disse durante a audiência geral no Vaticano.


No primeiro ato público desta Quarta-feira de Cinzas, o Papa falou num “tempo de graça” para a preparação da Páscoa.


“Nestes 40 dias somos convidados, com a oração, o jejum e as obras de caridade, a ser cada vez mais uma só coisa com Cristo”, comentou.


Francisco realçou que nas Missas de hoje, os participantes vão ser assinalados com uma cruz de cinzas, acompanhada pelo convite «arrependei-vos e acreditai no Evangelho».


“Disponhamos os nossos corações para viver este tempo em união com Cristo que sofre, o qual, com a sua paixão e morte na cruz, nos redimiu, para que livres do pecado possamos participar na santidade do próprio Deus”, apelou.


O Papa rezou para que neste “tempo de graça e misericórdia”, os católicos possam ter um “coração purificado”.


A Quaresma, iniciada com a celebração de Cinzas e que termina a 29 de março, é um período marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que serve de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.


Coração sem Fronteiras - Missão Comboniana além fronteiras


 

Vaticano: O Papa fez sua inscrição para a JMJ 2019

12 de Fevereiro de 2018

O Papa Francisco fez sua inscrição para participar na próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realizará no Panamá em 2019.


“Hoje se abrem as inscrições para a Jornada Mundial da Juventude, que se realizará no Panamá em janeiro de 2019. Eu também, agora, na presença de dois jovens, inscrevo-me através da internet. Pronto, fiz minha inscrição como peregrino à Jornada Mundial da Juventude. Convido todos os jovens do mundo a viver com fé e entusiasmo este evento de graça e fraternidade, seja indo ao Panamá, seja participando nas suas comunidades”, disse o Santo Padre.


Logo após a inscrição do Papa, o Comitê organizador já havia recebido outros nove mil pedidos de inscrição.


A XXXIV Jornada Mundial da Juventude se realizará no Panamá de 22 a 27 de janeiro de 2019.

Francisco: Uma mensagem de Amor

12 de Fevereiro de 2018

A vinda do Papa ao Peru não deixou o povo peruano indiferente. A sua proximidade às pessoas tocou os seus corações. Foram muitos os testemunhos de quem o acompanhou presencialmente e através da televisão. A alegria reinou no Peru assim como ainda vivemos nos dias de hoje sob o signo da esperança deixada por um Papa do povo. Um Papa que se uniu às grandes feridas abertas no Peru apelando a uma mudança que só acontece, se soubermos como irmãos unir as nossas mãos em busca de uma verdadeira casa comum.


Neste caminho de preparação para o sínodo dos jovens o Papa não partiu sem deixar uma mensagem desafiante de amor e alegria. Lembrou-nos com as suas palavras que os jovens não são o futuro, como tanto se fala, mas sim o presente de um mundo ao qual não devem, nem podem ficar indiferentes.


Leia AQUI texto completo da Paula e da Neuza, Leigas Missionárias Combonianas, em Peru.

Ciclo de conferências: Os jovens e a procura da felicidade

12 de Fevereiro de 2018

A próxima assembleia do Sínodo dos Bispos terá como tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional» e terá lugar em Outubro de 2018. O mundo juvenil é cada vez menos compreendido e a própria Igreja tem dificuldade em entrar neste “universo”, em compreender o seu espírito, as suas aspirações, os seus sonhos, e em formular propostas efectivas que encontrem as interrogações de vida e os desejos profundos dos jovens. É por esta razão que a Cúria Generalícia dos Missionários Combonianos organizou algumas conferências sobre o tema: Os jovens e a procura da felicidade.


A primeira conferência terá lugar dia 15 de Fevereiro de 2018 e terá como tema Os jovens e os meios de comunicação social: influências sobre as escolhas de vida; será relatora a Ir. Caterina Cangià, salesiana, docente de Pedagogia e Comunicação Medial.  A segunda conferência, a 1 de Março, será conduzida por don Zbignew Formella, salesiano, docente de Psicologia da Educação, que falará do Perfil psicológico do jovem de hoje. A última conferência terá lugar a 22 de Março e terá como tema O jovem e a religião: desafios educativos, valores e consciência, apresentado pelo P. Giulio Parnofiello, capelão da Sapienza, Universidade de Roma.


Desde 2014, durante o período de Quaresma, a Cúria Generalícia organiza conferências sobre temas de actualidade social e eclesial. Objectivo das conferências não é apenas o de informar sobre temas actuais mas propor o Evangelho da vida e da misericórdia como chave de leitura dos acontecimentos. Em síntese, as conferências querem ser instrumentos de animação missionária.

África do Sul: Hora CR17

12 de Fevereiro de 2018

Ramaphosa conquistou a liderança do ANC. Por fim!


Cyril Ramaphosa, o CR17 da África do Sul, ganhou a liderança do Congresso Nacional Africano – ANC em inglês – para os próximos cinco anos. O combate eleitoral de 18 de Dezembro com Nkosazana Dlamini-Zuma, a ex-mulher do presidente em exercício, foi renhido e dramático. O resultado do escrutínio foi anunciado depois de sucessivos adiamentos. A vitória foi curta: de 179 votos num colégio de quase 5000 eleitores-delegados vindos de todo o país.


Estive na África do Sul no início de Novembro e deu para perceber pelos jornais e pelos colegas missionários que a eleição da liderança do ANC prometia luta até ao fim, sem um vencedor claro.


Explicaram-me que a vitória de Dlamini-Zuma seria um seguro de vida para o presidente ex-marido a contas com inúmeros processos por corrupção. Se Ramaphosa ganhasse, Jacob Zuma seria o grande perdedor, pois ficava à mercê de novas investigações judiciais. O presidente já sobreviveu a oito moções parlamentares de censura.


Ramaphosa tem um percurso interessante: nasceu no bairro negro de Soweto, nos arredores de Joanesburgo, há 65 anos. Iniciou o activismo político ainda jovem e na recta final do regime branco do apartheid. Foi co-fundador da União Nacional dos Mineiros, um dos maiores e mais poderosos sindicatos do país. Negociador hábil, era o braço-direito de Nelson Mandela nas conversações com o Partido Nacional que pôs termo ao regime de discriminação racial e abriu a África do Sul à democracia.


Tido como sucessor de Mandela, foi preterido em favor de Thabo Mbeki, a escolha do ANC para vice-presidente em 1994 e candidato do partido para as presidenciais de 1999, que ganhou.


Ramaphosa, desiludido, abandonou a política e dedicou-se aos negócios. É apresentado como um empresário de sucesso e um dos sul-africanos mais ricos, embora não conste entre os 22 bilionários africanos da lista da Forbes, que inclui cinco sul-africanos.


Um tribunal absolveu-o de cumplicidade na matança pela polícia de 34 mineiros em Marikana durante uma greve violenta em 2012. Ramaphosa fazia parte da administração da empresa inglesa que explora as minas de platina e enviou um e-mail à polícia para pôr termo à greve.


Em 2012, voltou à política activa e dois anos depois foi eleito vice-presidente. Apesar de integrar a administração do presidente Zuma, é tido como um reformador capaz de guiar o partido e o país para lá dos escândalos de corrupção e relançar a economia do país.


Com a vitória mínima de Ramaphosa, a África do Sul pode começar a recuperar alguma autoridade moral que caracterizou o nascimento da Nação Arco-Íris sob a liderança exemplar de Mandela, mas perdida sucessivamente devido à corrupção e avareza de muitos dos dirigentes do ANC. O país disputa a primazia económica africana com a Nigéria, mas os índices de desemprego (na ordem dos 26 por cento), pobreza e desigualdade social são dos mais altos do mundo.


Ramaphosa será o candidato do ANC às presidenciais de 2019, mas o partido que encabeçou o processo de democratização do país está em queda: nas eleições municipais de Agosto de 2017 perdeu câmaras de cidades importantes para a oposição, incluindo Joanesburgo e Pretória. Além de recuperar a confiança do eleitorado, vai ter de unir o ANC, profundamente clivado pela eleição de Dezembro passado.


José da Silva Vieira - Revista Além-Mar, Fevereiro de 2018

Dia de Oração e Jejum com participação de outras religiões

09 de Fevereiro de 2018

O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso reforça o convite do Santo Padre, para que irmãos e irmãs de outras religiões também rezem e jejuem pela paz em 23 de fevereiro.


No Angelus do último domingo, 4 de fevereiro, o Santo Padre anunciou a realização de um Dia de Oração e de Jejum pela Paz, para a sexta-feira 23 de fevereiro. Em particular, pela paz na República Democrática do Congo e no Sudão do Sul.


O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso recorda em um comunicado, que o Santo Padre convidou também “membros de outras religiões a associarem-se à iniciativa, nas formas que considerarem mais oportunas”.


Consciente de que as religiões podem dar uma grande contribuição para a obtenção e a consolidação da paz, o dicastério vaticano “ficará agradecido aos irmãos e irmãs de outras religiões que desejarem acolher tal apelo e viver momentos de oração, jejum e reflexão, segundo a própria tradição e nos próprios locais de culto”.

Rádio Bakhita completa 11 anos

09 de Fevereiro de 2018

A Rádio Bakhita, em Juba, no Sudão do Sudão, completou ontem 11 anos desde sua criação em 8 de fevereiro de 2007. A rádio faz parte do projeto «Rede de Rádios Católicas do Sudão». Um projeto para levar informação, incentivar o diálogo e construir a paz entre os sudaneses.

Enchamos a nossa alma de nomes, rostos e pessoas

09 de Fevereiro de 2018

Ser missionário é deixarmo-nos levar por Deus sem saber onde o seu amor nos vai levar.


Desbravamos caminhos. Muitas são as casas que vemos e ainda não conhecemos. Sabemos, porém, que em todas elas existem histórias do amor de Deus. Dia após dia caminhamos como se o tempo não passasse, como se fôssemos donos dele, por isso demoramos na conversa, paramos no amor, sentamo-nos, rimos alto e o tempo simplesmente parece parar de existir. Ser missionário é caminhar sem muitas vezes saber o rumo que levamos, é deixar-nos levar pelos passos de quem conhece melhor os trilhos que nós. Cada casa é um lugar sagrado. Ali está Deus. Em cada olhar e em cada pessoa deixamos o nosso sorriso, palavras de esperança e de amor. Guardamos cada pessoa no coração. Rezamos com a vida. Rezamos ao caminhar. Entregamos a Deus todas as respostas que não temos, o tanto que ainda não sabemos e as palavras que por vezes teimam em não sair.


Ser missionário é deixarmo-nos povoar pelas pessoas. É pouco a pouco, dia a dia enchermos o nosso coração de nomes e de histórias. É fazer da nossa alma terra sagrada e fértil, é entregar a alma a Deus e deixar que Ele a povoe. Não deixemos a nossa alma existir sozinha com os nossos pensamentos, sonhos, anseios e medos. Devemos encher a nossa alma de nomes, rostos e pessoas. Amar as pessoas é entregarmo-nos a elas. Amar é fazer depender a nossa felicidade de outras pessoas. Deixamos de existir só em nós para existirmos em diversas pessoas, em diversos lugares do mundo. Quando amamos, deixamos de existir sozinhos, somos mais. Entregarmo-nos é deixarmo-nos ser mais. É permitir que o Amor nos multiplique.


Ser missionário é fazer do nosso coração a casa de tantas pessoas e de tantas histórias.


O medo é inimigo do amor. Tantas e tantas vezes nos deixamos povoar por ele. Quantas vezes permitimos que ele seja o senhor da nossa vida e das nossas decisões? Façamos-lhe ouvidos moucos, fechemos os olhos e ouçamos o coração. Cometamos a loucura de nos entregar às pessoas, deixemos que as suas histórias morem em nós. E este desafio do amor é para todos independentemente do lugar onde estejam. Deus chama-nos a ser missionários.


Ser missionário não é fácil. Partir não é fácil. Mas faz-nos irremediavelmente felizes. Para mim não foi fácil chegar ao Peru. Mas cheguei e aqui sou e estou. Aqui sou feliz. Só estando aqui junto destas pessoas, junto deste povo se percebe a alegria de ser cristão. Só partindo, só saindo do conforto da nossa casa percebemos a alegria de ser confortado por dois braços que alegremente nos recebem ainda sem nos conhecer. Partindo descobrimos que ser cristão é ter casa em todos os lugares do mundo. É com alegria que saio de casa e todos os dias vou ao encontro das pessoas. Nunca sei o que vou encontrar, as histórias que vou ouvir, ou o que vou aprender hoje, mas sei que em cada dia existe uma oportunidade de ser feliz.


Convido-vos a desacomodarem-se, a partirem, a darem espaço às dúvidas e às perguntas. Elas existem por um motivo. Ouçam-nas. Ouçam o vosso coração. Ouvindo percebem o projecto de felicidade que Deus tem para cada um de vós este ano. A mim, Deus trouxe-me ao Peru. A vós aonde vos leva? Deus chama-nos a todos! Ser missionário é deixarmo-nos levar por Deus sem saber onde o seu amor nos vai levar. Sejam missionários hoje! Façam e façam-se felizes hoje!


Paula Ascensão, Leiga Missionária Comboniana

Sudão do Sul: Oração e jejum

08 de Fevereiro de 2018

Líderes religiosos propõem que as negociações de paz entre as diversas fações beligerantes no Sudão do Sul sejam acompanhas por orações e jejum.


A Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD) está a facilitar uma nova ronda de negociações entre as partes em conflito no Sudão do Sul para reabilitar os acordos de 2015 e salvar a paz que teima em ganhar raízes no países mais jovem do mundo..


A guerra civil já leva quatro anos e, apesar de alguns acordos assinados pelas partes, o conflito continua a matar e a destruir o país.


Recentemente, António Guterres, secretário-geral da ONU, lamentou que nunca viu «uma elite política com tão pouco interesse no bem-estar do seu povo» como a do Sudão do Sul.


O Conselho das Igrejas do Sudão do Sul proclamou um dia de oração e jejum para o sábado, 10 de fevereiro sob o tema «O meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar e procurar a minha face para orar e renunciar à sua má conduta, hei de escutá-lo desde o céu, perdoarei os seus pecados e curarei dos males o seu país» (2 Crónicas 7, 14).


Por seu turno, o Papa Francisco convidou as pessoas de boa vontade a juntarem-se a ele num dia de oração e jejum pela paz especialmente no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo a 23 de fevereiro.


A guerra fez mais de dois milhões de refugidos e outros tantos deslocados internos no país. O número de mortos é incerto, mas mais de 100 mil pessoas perderam a vida no conflito.


Filippo Grandi, Alto Comissários das Nações Unidas para os Refugiados, disse recentemente que o conflito do Sudão do Sul atingiu «proporções épicas».


Os líderes religiosos do país apelaram às partes sentadas à mesa das negociações em Adis-Abeba que «respeitem, honrem e cumpram o acordo» que assinarem há ano e meio.


«Que o orgulho, avareza, luta pelo poder político não sejam maiores que a necessidade de paz e reconciliação no Sudão do Sul», escreveram.


E deixaram uma mensagem para os países vizinhos: «Que nenhum interesse regional ou bilateral seja servido à custa do povo do Sudão do Sul.»


José da Silva Vieira (MCCJ) – Jirenna


 

Dia de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Seres Humanos

08 de Fevereiro de 2018

Assinala-se esta quinta-feira, 8 de fevereiro, memória litúrgica de santa Josefina Bakhita, o «Dia Mundial de Oração e Reflexão Contra o Tráfico de Pessoas».


Todos os anos, mais de 40 milhões de pessoas - incluindo um número crescente de mulheres e crianças - são vítimas de graves formas de exploração, especialmente a prostituição e o trabalho forçado.


“Migração sem tráfico de pessoas. Sim à liberdade. Não à escravidão” é o tema de inspiração para as celebrações em 2018.


Durante a audiência geral desta semana, o Papa Francisco disse o seguinte sobre a situação do tráfico de pessoas: “Diante das poucas possibilidades de canais regulares muitos migrantes decidem aventurar-se por outras vias, onde com frequência os aguardam abusos de todo tipo, exploração e escravidão. As organizações criminosas, que se dedicam ao tráfico de pessoas, usam essas rotas migratórias para esconder as próprias vítimas entre os migrantes e os refugiados.


Nesse sentido, o Santo Padre deixou um apelo: “Convido todos, cidadãos e instituições, a unir as forças para prevenir o tráfico e garantir proteção e assistência às vítimas. Rezemos para que o Senhor converta o coração dos traficantes e dê esperança de reconquistar a liberdade a quem sofre por esta chaga vergonhosa.”


Santa Josefina Bakhita foi uma freira sudanesa, que, quando criança, teve a experiência traumática de ser vítima de tráfico de seres humanos. Em sua lembrança, as Uniões dos Superiores e Superiores Gerais dos Institutos Religiosos criaram o «Dia da Oração e Reflexão contra o Tráfico de Seres Humanos».

Myanmar: mais de meio milhão de refugiados

07 de Fevereiro de 2018

Uma crise terrível de Direitos Humanos está a acontecer, agora, sob a responsabilidade do Governo de Myanmar.


No Outono passado, as famílias Rohingya – uma minoria étnica muçulmana – viveram momentos de terror ao serem atacadas por militares de Myanmar. Aldeias inteiras foram queimadas, enquanto o exército disparava contra quem tentasse escapar. As Nações Unidas apelidaram este acto de “um exemplo clássico de limpeza étnica”.


Até agora, mais de meio milhão de pessoas fugiram de Myanmar para o Bangladesh, dando origem à crise de refugiados que cresceu mais rápido, no mundo. Nos Estados Unidos da América está a decorrer uma campanha para pedir aos Senadores para ajudarem a pôr fim a esta violência em Myanmar.


Fonte: Comboni.org

Quaresma: oração, esmola e jejum

06 de Fevereiro de 2018

Oração, esmola e jejum: este é o convite do Papa Francisco contido na mensagem para a Quaresma deste ano.


“A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos”, escreve Francisco.


O texto, publicado esta terça-feira, 6 de fevereiro, foi inspirado no Evangelho de Mateus “Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos” (Mt 24, 12).


Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos fiéis: diante de fenômenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho.


O Papa Francisco adverte para as inúmeras formas que os falsos profetas podem assumir. Podem ser “encantadores de serpentes”, ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde querem.


“Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!”


Outros falsos profetas são aqueles "charlatães" que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: droga, relações passageiras e virtuais, lucros fáceis, mas desonestos.


“Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar.”


“Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus”, refere.


As dioceses católicas de todo o mundo vão promover a 9 e 10 de março a iniciativa ‘24 horas para o Senhor’, que o Conselho Pontifício para a Nova Evangelização (Santa Sé) coordena há cinco anos.


“Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental”, adianta Francisco.

JIM: Retiro para jovens

18 de Janeiro de 2018

Jovem: Vem viver um momento de tranquilidade, onde podes meditar, refletir, rezar, partilhar e sobretudo, encontrar-te contigo mesmo, com Deus e com os outros. Tudo isto, num ambiente natural e convidativo ao silêncio e à contemplação.


O nosso movimento JIM está empenhado em seguir Jesus e marcar a diferença, num mundo, tantas vezes, marcado pela apatia.


Ao longo do ano, e no meio de tantas atividades, reservamos um espaço de meditação e tranquilidade, para uma visita ao primeiro amor que faz de cada um de nós o crente que somos hoje. Este momento importante é o Retiro, momento de paragem, reflexão e oração, habitualmente no tempo da Quaresma.


Longe do ruído, das preocupações e canseiras quotidianas, deixa-te conduzir pelo Senhor, ao deserto. Ele quer falar; no silêncio escuta-o e responde-lhe; no íntimo do teu coração deixa-te cativar por Ele.


Norte (Maia): De sexta-feira, 09/03, 21h30 a domingo, 11/03, 14h00.


Sul (Santarém): De sexta-feira, 16/03, 21h30 a domingo, 18/03, 14h00.


Mais informações na página do JIM.

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