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Actualidades

Reencontro de famílias separadas pela guerra entre as Coreias

22 de Junho de 2018

Representantes da Cruz Vermelha da Coreia do Norte e Coreia do Sul se reuniram nesta sexta-feira, 22 de junho, para discutir a retomada dos reencontros de famílias separadas pela guerra (1950-53), o mais recente episódio da aproximação entre os dois países.


Milhões de pessoas foram separadas há quase 70 anos pelo conflito que marcou a divisão da península coreana. Muitas morreram sem rever os parentes ou receber qualquer notícia dos familiares: todas as comunicações entre civis na fronteira estão proibidas.


Apenas 57 mil pessoas registradas na Cruz Vermelha sul-coreana para rever seus parentes continuam vivas e a maioria supera os 70 anos.


Os reencontros geralmente acontecem com apenas uma centena de selecionados dos dois lados da fronteira.

Sudão do Sul: Deslocados pedem sinal de confiança aos líderes políticos

22 de Junho de 2018

Deslocados internos no Sudão do Sul pediram um sinal de confiança e de paz ao Presidente e ao líder da oposição que se encontram na Etiópia: «Voltem para casa juntos».


O apelo surgiu durante as celebrações do Dia Mundial do Refugiado. Os deslocados que vivem na área de Mangaten, perto de Juba, exortaram o Presidente Salva Kiir e o líder da oposição, Riek Machar, a voltarem para casa juntos após encontro que realizam na cidade de Addis Abeba, numa ronda de negociações de paz.


Na chegada para o encontro, no dia 21 de junho, Kiir e Machar apertaram as mãos, mas evitaram comentários públicos e deverão prosseguir as conversações por mais alguns dias na capital etíope.


Os deslocados expressaram suas dificuldades e exigem paz e estabilidade para acabar com o sofrimento das pessoas no Sudão do Sul.

Assembleia do CMI é oportunidade rumo à comunhão

22 de Junho de 2018

Após receber a visita do Papa Francisco e encerrar os trabalhos da Assembleia, a Comissão central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) tem um novo encontro marcado para 2021, na cidade alemã de Karlsruhe.


De acordo com os organizadores, a assembleia do CMI é fundamental para a vida das Igrejas-membros e de todo o movimento ecumênico: “Apresenta-se como oportunidade única para continuar a viagem rumo à comunhão”.


O CMI tem acompanhado de perto o processo de paz entre as duas Coreias. Nesses dias, em Genebra, uma delegação da Coreia do Sul e da Coreia do Norte tiveram encontros intensos.


A Comissão central do CMI define a recente declaração de Panmunjom, assinada em abril passado pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-i, e pelo presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un, assim como o encontro entre Kim Jong-un e o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, “um primeiro passo importante para um futuro mais pacífico e mais seguro na região”.


A declaração pede a todas as partes para que trabalhem pela “implementação plena da Declaração de Panmunjom, que é um quadro de referência para garantir a paz sustentável na península coreana”.


O Comité central recorda que, este ano, não somente se celebram os 70 anos do CMI, mas também da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


Em nota, o Conselho Mundial de Igrejas reitera com vigor “o caráter decisivo, aliás indispensável” desse instrumento jurídico internacional, “especialmente num momento em que os direitos humanos estão cada vez mais em risco, até mesmo nos Estados e Regiões em que sempre foram reconhecidos”.


Foi lançado um forte apelo às Igrejas a fim de “priorizar novamente o apoio aos direitos humanos”.


O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) é a maior organização mundial do movimento ecuménico, com o mais alto número de membros: são 345 comunidades cristãs de mais de 110 países, com exceção da Igreja Católica, e compreende reformados, luteranos, anglicanos metodistas, batistas, ortodoxos e outras Igrejas. Representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo, cuja sede é Genebra.

Genebra: Aumentar o impulso missionário para fazer crescer a unidade dos cristãos

22 de Junho de 2018

Em discurso durante o encontro ecuménico na sede do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), em Genebra, o Papa Francisco disse estar convencido de que se aumentar o impulso missionário, crescerá também a unidade dos cristãos.


“Aquilo de que temos verdadeiramente necessidade é dum novo ímpeto evangelizador. Somos chamados a ser um povo que vive e partilha a alegria do Evangelho, que louva ao Senhor e serve os irmãos, com o espírito que deseja ardentemente descerrar horizontes de bondade e beleza inauditos a quem ainda não teve a graça de conhecer verdadeiramente a Jesus. Estou convencido que, se aumentar o impulso missionário, crescerá também a unidade entre nós”, referiu o Santo Padre em seu discurso.


“Como nos primórdios o anúncio marcou a primavera da Igreja, assim a evangelização marcará o florescimento duma nova primavera ecuménica. Como nos primórdios, estreitemo-nos em comunhão ao redor do Mestre, envergonhando-nos das nossas contínuas hesitações e dizendo-Lhe com Pedro: «A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna» (Jo 6, 68)”, salientou.


Caminhar, rezar, trabalhar juntos


Amados irmãos e irmãs, desejei participar pessoalmente nas comemorações deste aniversário do Conselho inclusive para reafirmar o empenhamento da Igreja Católica na causa ecuménica e encorajar a cooperação com as Igrejas-membros e com os parceiros ecuménicos. A propósito, quero deter-me um pouco, também eu, no lema escolhido para este dia: Caminhar - Rezar - Trabalhar juntos.


Caminhar sim, mas para onde? Na base do que ficou dito, sugeriria um movimento duplo: de entrada e de saída. De entrada, a fim de nos dirigirmos constantemente para o centro, reconhecendo-nos ramos enxertados na única videira que é Jesus (cf. Jo 15, 1-8). Não daremos fruto sem nos ajudarmos mutuamente a permanecer unidos a Ele. De saída, rumo às múltiplas periferias existenciais de hoje, para levarmos juntos a graça sanadora do Evangelho à humanidade atribulada. Poderíamos interrogar-nos se estamos a caminhar de verdade ou apenas em palavras, se apresentamos os irmãos ao Senhor e os temos verdadeiramente a peito, ou se estão longe dos nossos reais interesses. Poderíamos interrogar-nos também se o nosso caminho é um mero cirandar sobre os nossos passos, ou uma convicta saída pelo mundo levando-lhe o Senhor.


Rezar: como no caminho, também na oração não podemos avançar sozinhos, porque a graça de Deus, mais do que retalhar-se à medida do indivíduo, difunde-se harmoniosamente entre os crentes que se amam. Quando dizemos «Pai nosso», ressoa dentro de nós a nossa filiação, mas também o nosso ser de irmãos. A oração é o oxigénio do ecumenismo. Sem oração, a comunhão asfixia e não avança, porque impedimos que o vento do Espírito a empurre para diante. Interroguemo-nos: Quanto rezamos uns pelos outros? O Senhor rezou para sermos um só; imitamo-Lo nisto?


Trabalhar juntos: a propósito, quero reiterar que a Igreja Católica reconhece a importância particular do trabalho realizado pela Comissão Fé e Constituição e deseja continuar a contribuir para ele através da participação de teólogos altamente qualificados. A pesquisa de Fé e Constituição em ordem a uma visão comum da Igreja e o seu trabalho no discernimento das questões morais e éticas tocam pontos nevrálgicos do desafio ecuménico. De igual modo a presença ativa na Comissão para a Missão e a Evangelização, a colaboração com o Departamento para o Diálogo Inter-religioso e a Cooperação – ainda recentemente sobre o tema importante da educação para a paz –, a preparação conjunta dos textos para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e várias outras formas de sinergia são elementos constitutivos duma sólida e corroborada colaboração. Além disso, aprecio o papel imprescindível do Instituto Ecuménico de Bossey na formação ecuménica das jovens gerações de responsáveis pastorais e académicos de muitas Igrejas e Confissões Cristãs de todo o mundo. Há muitos anos que a Igreja Católica colabora nesta obra educativa com a presença dum professor católico na Faculdade; e cada ano tenho a alegria de saudar o grupo de alunos que realiza a sua visita de estudo a Roma. Quero também mencionar, como bom sinal de «harmonia ecuménica», a crescente adesão ao Dia de Oração pela Salvaguarda da Criação.

Avanços e recuos no desenvolvimento sustentável

21 de Junho de 2018

Relatório de avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), publicado ontem, 20 de junho, aponta avanços e recuos na Agenda 2030. Mudanças climáticas, conflitos, desigualdades, pobreza, fome e urbanização dificultam o cumprimento dos ODS.


A análise realizada pelas Nações Unidas destaca vários avanços, mas diz que os progressos têm sido lentos e mais esforços são necessários para vencer os desafios que os países enfrentam.


Em relação ao objetivo da pobreza, por exemplo, o relatório diz que 783 milhões de pessoas ainda vivem com menos de 1,90 dólares por dia, o nível que determina pobreza extrema.


Sobre o objetivo “Fome Zero”, depois de um período de declínio, acontece agora uma subida dos números. Em 2015, existiam 777 milhões de pessoas subnutridas. Esse número passou para 815 milhões em 2016, sobretudo devido a conflitos e desastres naturais.


A avaliação diz que “mesmo nas regiões com os maiores desafios de saúde (objetivo 3), o progresso tem sido impressionante”. Entre 2000 e 2016, a taxa de mortalidade infantil caiu 47%, com o número de mortes de crianças com menos de cinco anos a descer de 9,9 milhões para 5,6 milhões.


O relatório aponta também que o mundo não está numa trajetória para acabar com a malária até 2030. Em 2016, existiam 216 milhões de pessoas com a doença, mais 6 milhões do que em 2013.


A nível da igualdade de gênero, o risco de uma menina se casar na infância diminuiu mais de 40% no sul da Ásia. Em todo o mundo, as mulheres continuam a gastar cerca de três vezes mais horas em trabalho doméstico e de cuidados do que os homens.


Nos países menos desenvolvidos, a parte da população com acesso à eletricidade mais do que duplicou entre 2000 e 2016. Apesar disso, quase mil milhões de pessoas ainda não têm este serviço, a grande maioria em zonas rurais.


A nível laboral, a produtividade aumentou e a taxa de desemprego diminuiu. Os jovens têm três vezes mais probabilidade de estar desempregados do que os adultos.


O relatório diz ainda que nove entre 10 pessoas que vivem nas cidades respiram ar poluído. Em relação à justiça, a proporção de prisioneiros detidos sem ser condenados permaneceu quase constante na última década.


De acordo com o secretário-geral adjunto para os Assuntos Económicos e Sociais, Liu Zhenmin, “a transição para sociedades mais sustentáveis ​​e resilientes exige uma abordagem integrada, reconhecendo que esses desafios, e as suas soluções, são interdependentes".

Papa: Criar novos espaços de partilha com os refugiados

20 de Junho de 2018

“Criar novos espaços de partilha, para que possa surgir uma fraternidade renovada com migrantes e refugiados”, pediu o Papa Francisco na sua mensagem dirigida aos participantes de um almoço da Cáritas por ocasião do Dia Mundial do Refugiado.


“Com esta mensagem, desejo encorajá-lo a continuar sua jornada com migrantes e refugiados e a compartilhar uma refeição com eles”, lê na mensagem.


"Como Caritas, vocês acolheram o convite para lançar uma iniciativa de conscientização em escala mundial em apoio aos migrantes e refugiados: é a campanha "Compartilhar a Viagem", que inauguramos juntos no dia 27 de setembro passado. Hoje, gostaria de convidar todos - migrantes, refugiados, agentes Caritas e instituições - a compreender as características deste percurso que mais marcaram vocês: qual esperança anima a sua viagem? Procurem compartilhar esse pensamento e festejar o que temos em comum", referiu o Papa.


Nesta quarta-feira, a seguinte mensagem foi publicada na conta oficial do Papa Francisco na rede social Twitter:


“Encontramos Jesus no pobre, no rejeitado, no refugiado. Não deixemos que o medo nos impeça de acolher o próximo necessitado!”

O mundo tem necessidade de cristãos com coração de filhos

20 de Junho de 2018

"Deus me impõe as coisas ou cuida de mim? Os seus mandamentos são somente uma lei ou contém uma palavra? Deus é patrão ou Pai? Somos súditos ou filhos? Este combate, dentro e fora de nós, apresenta-se continuamente", disse o Papa Francisco em sua catequese na audiência geral desta quarta-feira, 20 de junho.


Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre os Mandamentos, explicando a diferença entre uma “ordem” e uma “palavra”, que é o meio essencial da relação como diálogo.


Ao iniciar sua reflexão, o Santo Padre explicou que Jesus não veio abolir a lei, mas levá-la ao cumprimento, mas “devemos compreender melhor esta perspetiva”.


Os Dez Mandamentos aparecem, na Bíblia, como parte duma relação de Aliança entre Deus e o seu povo. Entretanto o texto bíblico e a tradição hebraica não falam de mandamentos, mas de «palavras»: são as Dez Palavras, isto é, o Decálogo. Ora, nós sabemos que não é a mesma coisa receber uma ordem ou sentir que alguém deseja falar connosco. Diante de nós abre-se esta alternativa: ver Deus como Alguém que me impõe coisas ou como um Pai que tem cuidado de mim e vela pelo meu bem. Logo no Jardim do Éden, o Tentador conseguiu enganar Adão e Eva neste ponto: convenceu-os de que Deus lhes proibira de comer do fruto da árvore do bem e do mal para tê-los sujeitos a Si. O diabo deixa os nossos primeiros pais perante este dilema: Aquela proibição de Deus é a imposição dum déspota que proíbe e constringe ou é a solicitude dum pai que tem cuidado dos seus filhos e os protege da autodestruição? Deus é patrão ou Pai? Somos seus súbditos ou filhos? Os factos demonstraram dramaticamente que a Serpente os enganou. Mas esta é uma luta que se apresenta, continuamente, dentro e fora de nós: vezes sem conta, fomos obrigados a escolher entre uma mentalidade de escravos ou uma mentalidade de filhos. Um espírito de escravo só pode ver a lei como opressora, daí resultando uma vida feita de deveres e obrigações ou então a recusa a obedecer-lhe. O cristianismo é a passagem da letra da Lei para o Espírito que dá vida. Jesus é a Palavra do Pai, não a condenação a nós imposta pelo Pai. O mundo não precisa de legalismo, mas de cristãos com coração de filhos.

Refugiados, migrantes e fraternidade universal

20 de Junho de 2018

Nota das comissões Justiça e Paz da Igreja Católica em Portugal sobre o acolhimento aos refugiados.


No início da semana de acção conjunta mundial “Partilhar a Viagem”, entre nós promovida pela Conferência Episcopal Portuguesa e pela Cáritas Portuguesa, e em vésperas da celebração do Dia Mundial do Refugiado, a Comissão Nacional Justiça e Paz, a Comissão Justiça, Paz e Ecologia dos Institutos Religiosos e as Comissões Diocesanas Justiça e Paz de Bragança-Miranda, de Coimbra, de Leiria-Fátima, de Portalegre e Castelo Branco, de Santarém, de Vila Real e de Setúbal, reunidas em Fátima, bem como a Comissão Diocesana de Aveiro, emitem o seguinte comunicado:


A temática do dever de acolhimento e do respeito pelos direitos dos refugiados e migrantes é recorrente no magistério do Papa Francisco, em consonância com o magistério dos seus antecessores. Nessa linha, a Conferência Episcopal Portuguesa publicou uma nota sobre este tema no passado dia 12 de abril.


Em contraste com esses propósitos, parecem obter cada vez maior adesão, num número cada vez maior de países, correntes de opinião e movimentos políticos de clara hostilidade ao acolhimento de refugiados e migrantes. De modo especial, suscitou nestes dias grande indignação a recusa de acolhimento dos náufragos socorridos no Mediterrâneo pelo barco “Aquarius”


Neste contexto, e com a consciência de que não temos a solução para todos os problemas relativos a este tema, queremos salientar o seguinte:


O acolhimento de refugiados e migrantes decorre das exigências do amor cristão e da consciência da fraternidade universal. Afirma o Papa Francisco que para um cristão «a única atitude condigna é colocar-se na pele do irmão que arrisca a vida para dar um futuro aos seus filhos» (Gaudete et Exsultate, 102). E afirmou há dias o cardeal arcebispo de Madrid, Carlos Osoro, que o barco “Aquarius” é «um apelo de Cristo à Europa».


As migrações são, nas sociedades globalizadas de hoje, um fenómeno incontornável. Se forem reguladas com prudência, mas também com abertura e generosidade, podem contribuir para o desenvolvimento económico e social dos países de proveniência e dos países de destino dos migrantes. Demostra-o a história e, de modo especial, também a história do nosso país.


A convivência de pessoas e povos de diferentes culturas pode ser uma ocasião de enriquecimento recíproco se houver uma consciência clara e madura dos valores que definem a identidade de cada um.


Partindo destas ideias, formulamos os votos seguintes:


- que as correntes de hostilidade ao acolhimento de refugiados e migrantes não tenham expressão no nosso país;


- que sejam inspiradas pelos princípios do acolhimento e fraternidade universal, e pelo respeito dos direitos humanos, as negociações, a versão final e a implementação dos dois Pactos Globais das Nações Unidas sobre Refugiados e para as Migrações Seguras, Ordenadas e Regulares, na linha do que sugere o manifesto relativo a essa questão do FORCIM (Fórum das Organizações Católicas para a Imigração), a que damos a nossa adesão.


Fátima, 16 de junho de 2018


A Comissão Nacional Justiça e Paz, a Comissão Justiça Paz e Ecologia dos Institutos Religiosos e as Comissões Diocesanas Justiça e Paz de Aveiro, de Bragança-Miranda, de Coimbra, de Leiria-Fátima, de Portalegre e Castelo Branco, de Santarém, de Vila Real e de Setúbal

Atividades de Verão para jovens

20 de Junho de 2018

Neste Verão, sai de casa e vem descobrir um mundo. Larga o computador, a PlayStation, o mundo virtual e vem jogar no mundo real. Vem ver com os teus próprios olhos o quanto este mundo precisa de ti.


Convida os teus amigos e para passar as melhores Férias de Verão de sempre. Vê o que temos para ti e arrisca.


Grupo de jovens combonianos: Jovens em Missão - JIM


7 e 8 de julho


Encontro de jovens em regime de Acampamento. Este é um fim-de-semana com Workshops, Jogos, muita Animação… e ainda com um Festival Sunset.


De 24 a 28 de julho


Caminhada Jovem a Fátima, com saída em Azambuja (90Km a pé). São dias intensos, cheios de atividades, momentos de silêncio, partilha, oração, convívio e amizade.


De 18 a 26 de agosto


Voluntariado Missionário nos bairros na periferia de Lisboa –  paróquias de Camarate e Apelação. São feitas atividades nos bairros sociais com crianças e adolescentes de várias etnias.


 

A "peregrinação da gratidão" do Papa a Genebra

19 de Junho de 2018

Na conferência de imprensa de 15 de maio passado, na qual participaram em nome da Igreja Católica Mons. Andrzej Choromanski, do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos (em substituição ao Presidente Kurt Koch, doente) e o bispo católico de Lausanne-Genebra-Fribourg, Charles Morerod, o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Olav Fykse Tveit, definiu a ida do papa «um marco histórico» para os cristãos, «para a cooperação das Igrejas na busca da unidade» e «para um mundo de paz e de justiça».


A visita de Francisco também será um dos destaques da sessão do Comité Central do CMI, que está a decorrer de 15 a 21 de junho. Constituirá – conforme afirmou Fykse Tveit – «uma oportunidade única para a troca mútua de presentes». E acrescentou: «Nós estamos infinitamente gratos ao Papa Francisco, que aceitou o convite para visitar a sede do Conselho Mundial de Igrejas, em Genebra».


Com esse encontro será possível partilhar uma visão baseada na fé cristã, que «coloca as Igrejas em condição de realizar muitas coisas juntas a serviço do mundo». Isso corresponde a um dos fundamentos do movimento ecuménico: fazer juntos o que já é possível fazer – disse Fykse Tveit. Por isso foi fácil encontrar um lema comum para a visita do Papa: «Caminhar juntos, rezar juntos, trabalhar juntos».


Nas comemorações também estará presente o Patriarca Bartolomeu de Constantinopla.


Um serviço comum para o mundo


A visita do Papa Francisco acontece num momento em que forças poderosas procuram dividir e polarizar a família humana, acrescentou Fykse Tveit. Algumas dessas ações provocativas têm como base conflitos de interesses, outras são inclusive alimentadas pela pretensão de uma justificação religiosa. Por isso, é ainda mais importante colocar sinais de esperança, que reconheçam em cada ser humano a imagem de Deus, e oferecer a todos a garantia de estar envolvido nos processos que promovam a justiça e a paz.


A visita do Papa Francisco mostra o quanto os cristãos têm em comum e o que eles podem fazer juntos para um mundo melhor. As diferenças que ainda permanecem, em vista da boa cooperação das Igrejas, não deveriam constituir um obstáculo ao serviço comum para o mundo.


Por sua parte, Mons. Andrzej Choromanski salientou, durante a conferência de imprensa, que «o ecumenismo do sofrimento, do testemunho do sangue para o Evangelho é um sinal dos tempos», que une todos os cristãos para além de todas as diferenças.


O Papa Francisco com a viagem a Genebra pretende justamente participar nas comemorações do 70.º aniversário do Conselho Mundial das Igrejas para expressar diante do Comité Central o reconhecimento pela contribuição especial que o CMI oferece ao movimento ecuménico no plano mundial.


A viagem para Genebra assume assim também os traços de uma "peregrinação de gratidão" para esse tributo ao CMI e em vista da promoção da unidade dos cristãos, dado o bom relacionamento entre o CMI e a Igreja Católica desde o Concílio Vaticano II.


Entre Roma e Genebra


Por várias razões – explicou Mons. Choromanski – a participação direta da Igreja Católica no Conselho Mundial de Igrejas não é possível num futuro próximo; no entanto, existe uma ampla colaboração entre Roma e Genebra. Entre outras coisas, a Igreja Católica é membro pleno da Comissão Fé e Constituição (Faith and Order) e da Missão Mundial e Evangelismo (World Mission e Evangelism), e existe um grupo de trabalho misto sobre os problemas da paz e da migração.


O Papa Francisco irá, portanto, para caminhar juntos, rezar por uns e pelos outros e, no campo do ‘ecumenismo da ação’, fazer juntos tudo o que é possível fazer juntos. Sem dúvida, também o diálogo teológico é importante, mas as Igrejas podem fazer muito ao serviço da humanidade «mesmo se não estiverem visivelmente unidas».


Quanto ao ecumenismo do sangue poderíamos perguntar-nos se os perseguidores às vezes compreendem melhor a unidade dos cristãos do que os crentes: «Os perseguidores não perguntam a filiação confessional, mas porquê levamos uma cruz ou temos nas mãos uma Bíblia.»


Na mesma conferência de imprensa, o bispo católico de Lausanne-Genebra-Fribourg, Charles Morerod, afirmou que a visita do papa é um convite «a não fechar-se, mas permanecer abertos aos outros». Genebra é a cidade de Calvino, uma cidade internacional, uma das sedes das Nações Unidas, uma cidade «acostumada ao diálogo, porque no curso da nossa história, reconhecemos a necessidade de falar uns com os outros». A experiência da convivência, do encontro que ao longo do tempo se tornou irmandade, é uma característica de Genebra.


O programa da visita


O Papa Francisco aterra em Genebra a 21 de junho, às 10h10. No aeroporto haverá um encontro com o Presidente Federal suíço Alain Berset. Às 11h30, será realizado um culto ecuménico no Centro de Oecumenique do Conselho Mundial de Igrejas, durante a qual o papa fará uma homilia. O almoço será no Instituto Ecuménico de Bossey.


Na parte da tarde haverá um encontro ecuménico no qual o Francisco proferirá um discurso programático, novamente no Center Oecumenique.


Às 17h30, o Papa celebrará a Eucaristia no Centro de Exposições e das Conferências Palexpo. A saudação de despedida terá lugar às 19h45 no aeroporto. Às 20h00, o papa retoma a Roma.


O Comité Central do CMI


A visita do Papa Francisco faz parte da sessão do Comité Central do CMI (agendada de 15 a 21 de junho).


O Comité é composto por 150 membros e reúne-se a cada dois anos. É responsável pelas atividades do Conselho Mundial de Igrejas entre as assembleias plenárias (a última foi realizada em 2013, em Busan, na Coreia do Sul).


A presente assembleia comemora o 70.º aniversário do CMI, mas também aborda os desafios do próximo ano programados para responder ao “convite pela unidade", à missão, à justiça e à paz.


Um papel central será representado pelo conceito de "peregrinação" e "comunhão viva" (living fellowship), desenvolvido nos últimos anos, para imprimir às atividades do Conselho Mundial de Igrejas um novo impulso.


Em 17 de junho, destacou-se o serviço litúrgico ecuménico realizado na Catedral da Igreja Reformada de Genebra, St. Pierre, no qual a homilia foi proferida pelo patriarca ecuménico Bartolomeu I.


Reportagem de settimananews.it


Tradução de Luisa Rabolini

Mundo: São quase 70 milhões de deslocados

19 de Junho de 2018

É assinalado na quarta-feira, dia 20 de junho, o Dia Mundial do Refugiado 2018.


De acordo com o novo relatório das Nações Unidas, no final de 2017 havia 68,5 milhões de deslocados no mundo. Desses, 40 milhões deslocados dentro do próprio país.


O documento «Tendências Globais», publicado hoje pela Agência da ONU para os Refugiados (UNHCR, na sigla em inglês), aponta que as guerras e perseguições levaram o deslocamento forçado a atingir um novo recorde pelo quinto ano consecutivo. Entre os piores cenários para os deslocados estão a crise na República Democrática do Congo, a guerra no Sudão do Sul e a perseguição aos Rohingya em Myanmar.


Outra grande parte dos refugiados são oriundos da Síria, Afeganistão, Iraque, Eritreia, Sudão, Somália e Honduras. Fogem da violência causada por conflitos armados, por atos de terrorismo, por repressão política, pela discriminação, pela intolerância e até pelas alterações climáticas.


Voltar para casa não é opção, sobretudo quando as longas e perigosas travessias ou as longas distâncias a percorrer a pé representam uma possibilidade mais segura. Contudo, aos refugiados espera-os o contacto com traficantes e a ameaça de serem enviados para outros locais igualmente inseguros quando as fronteiras se fecham à sua frente. Além disto, ficam muitas vezes encurralados em situações de espera em campos de refugiados improvisados durante meses ou anos.


As comissões Justiça e Paz da Igreja Católica em Portugal publicaram uma mensagem conjunta sobre o acolhimento aos refugiados, pedindo “abertura e generosidade” à sociedade e aos responsáveis católicos.


“As migrações são, nas sociedades globalizadas de hoje, um fenómeno incontornável. Se forem reguladas com prudência, mas também com abertura e generosidade, podem contribuir para o desenvolvimento económico e social dos países de proveniência e dos países de destino dos migrantes”, assinala o texto.


No início da semana de ação conjunta mundial «Partilhar a Viagem», que conta com o apoio da Conferência Episcopal e da Cáritas Portuguesa, as comissões sublinham que o “dever de acolhimento e do respeito pelos direitos dos refugiados e migrantes” tem sido um tema recorrente no magistério do Papa Francisco.


“Acolher, proteger, promover e integrar os migrantes e os refugiados” foi o tema da mensagem do Papa para assinalar o Dia do Migrante e Refugiado, celebrado pela Igreja Católica a 14 de janeiro de 2018.


“Repetidas vezes, durante estes meus primeiros anos de pontificado, expressei especial preocupação pela triste situação de tantos migrantes e refugiados que fogem das guerras, das perseguições, dos desastres naturais e da pobreza. Trata-se, sem dúvida, dum «sinal dos tempos» que, desde a minha visita a Lampedusa em 8 de julho de 2013, tenho procurado ler sob a luz do Espírito Santo. Quando instituí o novo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, quis que houvesse nele uma Secção especial (colocada temporariamente sob a minha guia direta) que expressasse a solicitude da Igreja para com os migrantes, os desalojados, os refugiados e as vítimas de tráfico humano”, dizia o texto do Papa.


“Cada forasteiro que bate à nossa porta é ocasião de encontro com Jesus Cristo, que Se identifica com o forasteiro acolhido ou rejeitado de cada época (cf. Mt 25, 35.43). O Senhor confia ao amor materno da Igreja cada ser humano forçado a deixar a sua pátria à procura dum futuro melhor. Esta solicitude deve expressar-se, de maneira concreta, nas várias etapas da experiência migratória: desde a partida e a travessia até à chegada e ao regresso. Trata-se de uma grande responsabilidade que a Igreja deseja partilhar com todos os crentes e os homens e mulheres de boa vontade, que são chamados a dar resposta aos numerosos desafios colocados pelas migrações contemporâneas com generosidade, prontidão, sabedoria e clarividência, cada qual segundo as suas possibilidades”, afirma a mensagem.


“A este respeito, desejo reafirmar que «a nossa resposta comum poderia articular-se à volta de quatro verbos fundados sobre os princípios da doutrina da Igreja: acolher, proteger, promover e integrar»”, declarou na ocasião o Santo Padre.

Semp’abrir 2018

01 de Junho de 2018

Caminhada jovem a Fátima


De 24 a 28 de julho 2018 para jovens a partir dos 16 anos.


Tema: Agarra a Mochila, o Mundo e a Missão, olhando para Maria!


Com partida de Azambuja. São dias intensos, cheios de actividades, momentos de silêncio, partilha, oração, convívio e amizade. Calcorreando caminhos e estradas, com a missão no coração, construímos pontes, partilhamos esperanças, anseios e desejos, fazendo experiências únicas da presença de Deus e de partilha com os outros.


Programa


Dia 24 de julho: Ponto de encontro: 18h – Centro Social Paroquial da Azambuja


Em caminho: dias 25 a 27 de julho


Chegada a Fátima: dia 27 – Santuário


Sábado, dia 28: participação na peregrinação da família comboniana.


No dia 28 de julho, sábado convida a tua família para a peregrinação da família comboniana.


Inscrições até 11 de julho


Com o P. Carlos Nunes: jimsulmccj@gmail.com


Telm: 913 739 160


Inscrição online AQUI.

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