PJuvenil Multimédia Palavra de Deus Oração em Missão Antigos Alunos

» Favoritos

» Recomendar

» Imprimir

» Fale Connosco

Revista Além-mar Revista Audácia Jornal Família Comboniana Exposição Missionária Virtual Facebook RSS
Indique o seu e-mail:
Utilizador:
Password:
 

Actualidades

28 e 29 de Setembro: Jornadas Nacionais de Comunicação

21 de Setembro de 2017

As Jornadas Nacionais de Comunicação Social decorrem a 28 e 29 de Setembro em Lisboa, no auditório da Renascença Multimédia.


De acordo com o tema, Comunicação: criatividade e partilha, o objetivo é debater ideias em torno da produção de conteúdos com criatividade e da necessária partilha no ambiente das redes sociais e também para conhecer espaços novos.


O evento também é ocasião para continuar a refletir, numa reunião de trabalho entre diretores de secretariados diocesanos das comunicações sociais, sobre o projeto de comunicação para a Igreja Católica em Portugal.


Veja aqui o programa do evento.

Papa Francisco e a pastoral dos migrantes e refugiados na Europa

21 de Setembro de 2017

O Papa Francisco vai encontrar-se na sexta-feira, 22 de setembro, com os responsáveis pela pastoral dos migrantes e refugiados dos países que integram o Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE).


O encontro anual da CCEE se realizará em Roma, na Casa Bonus Pastor, de 21 a 23 deste mês. Além da audiência com o Pontífice, o encontro deve reforçar do “diálogo” à volta da temática dos “Migrantes e Refugiados”, através do contributo do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral, da Santa Sé.


Durante o evento, vai ser “apresentado um relatório sobre o trabalho da CCEE no campo pastoral dos migrantes”.


Os diretores deste setor em cada país terão ainda oportunidade de debater os principais “desafios” relacionados com “o acolhimento e a integração dos migrantes”.


A CCEE espera que este encontro favoreça uma maior “coordenação dos vários atores” da Igreja Católica empenhados nesta área.


Criado em 1971, o CCEE é composto pelas 33 conferências episcopais da Europa.


Portugal está representado pelo cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente.

Jovem: Viva, ame, sonhe e acredite

20 de Setembro de 2017

Viva, ame, sonhe e acredite. Essas foram as palavras do Papa dirigidas aos jovens durante a audiência geral desta quarta-feira, 20 de setembro.


Ao retomar o tema das catequeses precedentes (a esperança), o Pontífice inovou ao falar da “educação à esperança”, com uma série de exortações.


A primeira delas é “não se renda às trevas”. O primeiro inimigo a combater não está fora de você, mas dentro. Portanto, não dê espaço aos pensamentos negativos; a luta que conduzimos aqui não é inútil, ao final da existência não nos espera o naufrágio: em nós palpita algo de absoluto. “Deus não desilude. Tudo nasce para florescer numa eterna primavera”, disse Francisco, que citou o diálogo entre o carvalho e a amendoeira: “O carvalho pediu à amendoeira que falasse de Deus, e ela floresceu”.


Outra exortação dirigida aos jovens é sonhar: “Sonhe, não tenha medo de sonhar, sonhe um mundo que ainda não se vê, mas que certamente chegará. Os homens que cultivaram esperanças são também os que venceram a escravidão e promoveram melhores condições de vida sobre a terra”.


“Seja responsável por este mundo e pela vida de cada homem”, reforçou o Santo Padre. “Toda injustiça contra um pobre é uma ferida aberta. A vida não acaba com a sua existência, neste mundo virão outras gerações”, destacou.


Outro convite é pedir a Deus o dom da coragem. “O nosso inimigo mais insidioso nada pode contra a fé. Se um dia o medo o tomar, pense simplesmente que Jesus vive em você. Tenha sempre a coragem da verdade”, lembrando-se porém que não é superior a ninguém, levando no coração os sofrimentos de toda criatura.


“Cultive os ideais, viva por algo que supere o homem”, aconselhou ainda o Papa. “Se errar, levante-se: nada é mais humano do que cometer erros. O Filho de Deus não veio para os saudáveis, mas para os doentes”.


“Deus é seu amigo. Aprenda com a maravilha, cultive o estupor. Viva, ame, sonhe, acredite. E, com a graça de Deus, jamais se desespere”, concluiu Francisco.

México: Mais de 200 mortos após sismo

20 de Setembro de 2017

Pelo menos 217 pessoas perderam a vida por conta do terramoto que abalou o centro do México. O sismo que ocorreu às 13h14 de terça-feira (19h14 em Lisboa) teve epicentro no estado de Morelos e provocou a derrocada de mais de quatro dezenas de edifícios em várias localidades, incluindo na capital, dos estados de Morelos, Puebla e México.


Entre os prédios que desabaram está uma escola de onde 11 crianças já foram retiradas com vida. No entanto, há pelo menos outras 22 crianças que morreram e cerca de 30 que estão desaparecidas.


O Papa Francisco expressou a sua solidariedade com a população mexicana: "Neste momento de dor quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda a população mexicana”.


“Elevemos juntos a nossa oração a Deus por quem perdeu a vida, que o Senhor conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”, acrescentou o pontífice.


O Santo Padre pediu ainda orações “por todos que trabalham no resgate das vítimas".

Coreia do Sul: A paz é sempre possível

19 de Setembro de 2017

"Não perder nunca a esperança e encontrar uma porta, mesmo que pequena, que possa abrir uma via de diálogo. A paz é sempre possível", declarou o Presidente da Comissão Justiça e Paz da Coreia do Sul, bispo Dom Lazzaro You Heung-sik.


A declaração foi feita durante um encontro na ONU em que estavam presentes os presidentes da Coreia do Sul, do Japão e dos Estados Unidos.


Para o bispo, a Coreia do Norte nunca abandonará seu projeto de desenvolver armas nucleares. Por isto - alerta a todos - deve-se evitar cair no "jogo das armas", ao qual se está, infelizmente, assistindo cada vez mais nestes últimos meses.


O prelado faz um apelo às partes envolvidas no conflito em favor da paz. "Os mísseis não servem para a paz", diz à Coreia do Norte, condenando o último lançamento.


Aos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul, recorda que "mesmo que digam que o diálogo tenha acabado, eu vos peço para buscar ainda um caminho de paz, porque ao diálogo não existem alternativas".

Vaticano: Não rezar pelos governantes é pecado

19 de Setembro de 2017

O Papa Francisco pediu aos cristãos para rezarem pelos seus governantes, independentemente dos seus erros.


Durante missa celebrada na Capela Santa Marta na segunda-feira, 18 de setembro, o Santo Padre disse que não podemos deixar os governantes sozinhos e que os cristãos devem rezar por eles: “Não rezar pelos governantes é pecado”, afirmou.


O Pontífice pediu também aos governantes para rezar, caso contrário, correm o risco de fecharem-se no próprio grupo. O governante que tem a consciência de ser subalterno ao povo e a Deus, reza.


O Papa Francisco ressaltou a importância da oração do governante, “porque é a oração para o bem comum do povo que lhe foi confiado”.


Recordou, a esse propósito, a conversa com um governante que todos os dias passava duas horas em silêncio diante de Deus, não obstante tivesse muitos afazeres. É preciso pedir a Deus a graça de governar bem como Salomão que não pediu a Deus ouro ou riquezas, mas sabedoria para governar.


Os governantes, diz Francisco, devem pedir ao Senhor essa sabedoria. “É tão importante que os governantes rezem” - reitera - pedindo ao Senhor que não cancele a “consciência de ser subalterno” a Deus e do povo: “que a minha força esteja ali e não no pequeno grupo ou em mim”.


“Peço-lhes um favor: cada um de vocês pegue hoje cinco minutos, não mais. Se você é um governante, se pergunte: “Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?” Se não é um governante, “rezo pelos governantes? Sim, por esse e por aquele sim, porque gosto deles; por aqueles outros, não”. Esses têm mais necessidade do que os outros! “Rezo por todos os governantes?” E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”.


 

A presença comboniana na América Latina

19 de Setembro de 2017

A história dos 150 anos do Instituto comboniano começou na Europa e desenvolveu-se primeiro na África: Egipto, Sudão, Uganda, Etiópia, África do Sul... de acordo com a vida e o plano do Fundador: “Salvar a África através dos africanos”.


Mas a metade do passado século, os diferentes apelos da Igreja (dos Papas e dos Bispos) pediram ao nosso Instituto e a muitas outras Congregações que se expandissem também para a América Latina, para tarefas missionárias e pastorais urgentes: no âmbito da primeira evangelização e da nova evangelização (cfr. RM, n. 33). É por isso que a presença dos Combonianos na América Latina é um capítulo consistente da história dos 150 anos, que os mesmos missionários estão a celebrar.


Sobre esta história, conta-nos, aqui (texto em inglês), o P. Romeo Ballan.


Fonte: Comboni.org

Ana Taban, Estou Cansado

19 de Setembro de 2017

Colectivo sul-sudanês usa as artes para promover paz e liberdade de expressão.


Há cerca de um ano, um grupo de artistas do Sudão do Sul juntou-se para criar uma plataforma activista pela paz na sequência dos combates de Julho de 2016 em Juba que fizeram um número indeterminado de mortos. Decidiram chamar-se Ana Taban («Estou Cansado», em árabe).


Músicos, actores, comediantes, guionistas, criadores de moda, artistas plásticos formaram o Ana Taban para terem uma influência positiva na nação em guerra consigo própria desde Dezembro de 2013.


Estão cansados da guerra e do sofrimento; de verem de braços cruzados o país a arder; de viverem num país rico em recursos naturais com uma economia em colapso; de formarem uma diversidade cultural linda destruída pelo tribalismo; de verem um povo faminto numa terra fértil; de serem usados para se matarem uns aos outros para benefício de alguns.


Ana Taban propõe-se promover os valores da paz, coragem, integridade, cidadania, não-violência e não-alinhamento político através de acções concretas no país e nos campos de refugiados que albergam um milhão de sul-sudaneses nos países vizinhos.


Os jovens activistas escrevem no seu manifesto que «querem ser uma plataforma para a juventude do Sudão do Sul contribuir com as próprias ideias em matérias importantes que afectam a nação». Fazem-no através de concertos, arte urbana, murais, dramas, vídeos, canções, Internet…


Querem também encorajar a juventude «a participar activamente em temas importantes a respeito da nação e recusar serem usados como instrumentos de guerra e destruição».


Finalmente, pretendem «empoderar a juventude do Sudão do Sul, equipando os jovens com talentos para serem poderosos influenciadores da paz através do poder da sua arte e dos dons que Deus lhes deu».


Um programa vasto que pretende virar o sentido da história no Sudão do Sul. O país mais jovem do mundo tem vivido num caldo de violência e guerra desde o século XIX, quando turcos e árabes atacavam as comunidades sulistas ao longo do Nilo Branco para fazerem escravos. Entre 1955 e 2017, passou quarenta e três anos a lutar contra o Governo arabizante do Norte e contra si próprio e menos de duas décadas em paz.


«O sofrimento continua a cobrir o nosso amado país com o sangue, as lágrimas e a fome dos inocentes. Até quando?», pergunta o colectivo na sua página no Twitter.


Jacob Bul Bior, actor e porta-voz do colectivo, explicou-me numa mensagem electrónica que o impacto maior de Ana Taban está no alargamento do espaço cívico para os jovens se expressarem. «Havia tanto medo no ano passado e agora vemos melhorias; temos mais e mais jovens a participarem nos nossos eventos e a falarem livremente sobre aquilo que é importante para eles. Com os limites à liberdade de expressão e de informação no país, sentimos que isto é importante e levou a uma mudança maior», escreveu.


É o que auguro: os Sul-Sudaneses precisam de paz e de reconciliação para se erguerem das cinzas da guerra fratricida e construírem a nação vibrante com que sonharam a 9 de Julho de 2011 quando celebraram a independência com tanta esperança.


Por José da Silva Vieira (MCCJ) – Jirenna

Brasil: Comissão Pastoral cria página com os massacres no campo

18 de Setembro de 2017

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) tornou público os registros de massacres no campo ocorridos entre 1985 e 2017. Em 32 anos de observação, foram contabilizados 45 massacres e 214 mortes em nove Estados brasileiros. Mais da metade, 26, dos massacres aconteceram no Estado do Pará.


O objetivo é dar visibilidade a todos os massacres e alertar para um tipo de crime que visa expulsar os povos de seus territórios.


A página especial possui uma linha do tempo que permite visualizar informações, fotos e vídeos sobre cada massacre.


De acordo com os dados da CPT, o número de líderes e defensores assassinados tem vindo a aumentar e em 2016 foi mesmo registrado um recorde de mortos (66). E o ano de 2017 pode vir a ser ainda mais violento, sendo que até o mês de agosto já foram registrados 59 mortos entre defensores e defensoras dos direitos humanos no país.


Essa situação motivou uma denúncia enviada à Organizações das Nações Unidas (ONU), para que os organismos internacionais solicitem informações ao Estado brasileiro sobre a protecção dos defensores de direitos humanos no país.

Missão do coração ao coração

18 de Setembro de 2017

As Jornadas Missionárias 2017 decorreram em Fátima a 16 e 17 de setembro sob o tema inspirador «Missão do coração ao coração» no âmbito do jubileu centenário de Fátima.


D. Manuel Linda, presidente da comissão episcopal Missão e Nova Evangelização, abriu as jornadas dizendo que é no coração, fonte do pensar e do querer, que se abraçam as grandes opções de vida.


A Doutora Isabel Varanda reflectiu sobre o tema «Sim… Faça-se… – Aceitação da missão. Acreditar no impossível».


«Ser missionário é não ser autorreferencial», sublinhou a teóloga da UCP- Braga.


Dom António Couto tratou o tema mariano «Feliz porque acreditaste… – Participação do missionário no mistério de Cristo».


«O missionário verdadeiro tem que ter o sabor de Deus, tem que estar ao dispor de Deus» ao jeito de Maria, disse o biblista, Bispo de Lamego. E recordou: «Meia hora de leitura diária da Bíblia dá uma indulgência plenária e é a grande porta santa que nos abre à vida.»


O padre Adelino Ascenso, Superior Geral dos Missionários da Boa Nova, partilhou uma reflexão sobre o tema «A minha alma engrandece o Senhor… – Da experiência de Deus às experiências dos missionários».


«Só a partir da experiência de Deus é que estamos aptos a narrar Deus», sublinhou o presidente dos IMAG, os institutos missionários ad gentes.


A Doutora Margarida Cordo trabalhou o tema «Apareceu no céu um grande sinal… – Missão como promessa e realidade.»


«Ninguém é missionário por narcisismo, pois já se desprendeu do que nos torna adictos ao individualismo, reforçados pelas exigências e desafios da realidade», a psicoterapeuta salientou.


Os cerca de 250 participantes dividiram-se em quatro grupos para reflectirem sobre quatro questões concretas.


Sublinharam a necessidade de um amor missionário, mais colaboração entre os agentes de evangelização, proximidade para acolher, escutar, ir ao encontro dos mais fragilizados, ter tempo para os outros e para Deus, simplificar a linguagem para chegar às periferias, cuidar da casa comum e das pessoas, porque o cuidado leva à justiça e à paz.


O Doutor André Costa Jorge reflectiu sobre o tema candente «Exaltou os humildes… – Missão como denúncia e acolhimento. Tráfico humano e refugiados.»


«Nós existimos todos porque fomos acolhidos. Se fomos acolhidos porque não acolher? Quem acolhe, ganha. Todos os povos que acolheram imigrantes, tornaram-se mais felizes e mais ricos. Acolher o estrangeiro, traz-nos felicidade, não nos traz pobreza», disse o responsável do JRS - Portugal, o Serviço Jesuíta aos Refugiados.


Frei João Lourenço encerrou as Jornadas com o tema «Magnificat – Cântico missionário para hoje.»


«Como Maria, ser missionário é colocar-se à disponibilidade de Deus, deixar-se acolher por Ele para que possamos ser instrumentos daquele acolhimento que abre os corações à ação do Espírito», salientou o biblista franciscano.


As Jornadas Missionárias 2017 foram integradas na peregrinação nacional das Obras Missionárias Pontifícias a Fátima no jubileu centenário.


José da Silva Vieira (MCCJ) - Jirenna

Mianmar: Acabar com a violência contra os rohingya

15 de Setembro de 2017

A comentar sobre Mianmar, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a situação humanitária é "catastrófica" e que é preciso acabar com a violência contra a minoria rohingya.


O chefe da ONU pediu às autoridades de Mianmar que "suspendam ação militar, acabem com a violência, defendam o Estado de direito e reconheçam o direito de retorno a todos que tiveram de sair do país".


Guterres também apelou a Mianmar que permita a entrega de "assistência humanitária vital" por agências das Nações Unidas, ONGs e outros parceiros.


O secretário-geral repetiu ainda seu pedido por um "plano de ação eficaz para abordar as causas da crise".


O chefe da ONU lembrou que na última vez que falou com a imprensa em Nova Iorque, o número de refugiados da minoria rohingya que havia fugido para Bangladesh era de 125 mil. Hoje, o número triplicou para cerca de 380 mil. Muitos estão abrigados em assentamentos improvisados.


Guterres defendeu que os muçulmanos do estado de Rakhine "devem receber nacionalidade ou pelo menos, no momento, um status legal que os permita levar uma vida normal, incluindo liberdade de movimento e acesso ao mercado de trabalho, educação e serviços de saúde".


Guterres fez um "apelo a todos os países que façam o que puderem para que assistência humanitária seja fornecida".

Jovens que estiveram em missão em Moçambique regressam a Portugal

15 de Setembro de 2017

Grupo Fé e Missão cumpriu um mês de voluntariado em Moçambique e regressa a Portugal nesta sexta-feira, 15 de setembro.


“Do pouco que fizemos, muito nos agradeceram e muito agradecemos!


Estamos de regresso para Portugal, mas o nosso coração fica em Carapira.”


Fé & Missão 2017


 


Galeria


Comentários

Mostrar comentários | Escrever um comentário