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Migrantes vendidos como escravos na Líbia

29 de Novembro de 2017

A rede de televisão norte-americana CNN divulgou há alguns dias imagens chocantes de um leilão onde migrantes são vendidos como escravos na Líbia.


Para a Amnistia Internacional (AI), essas imagens devem servir como um “ultimato” para líderes europeus e africanos “que negligenciam migrantes e refugiados” que tentam deixar a Líbia e estão a ser expostos a “terríveis abusos de direitos humanos”.


A AI levantou a questão esta semana como forma de chamar a atenção para as responsabilidades envolvidas no encontro «5ª Cúpula União Africana-União Europeia» que acontece entre 29 e 30 de novembro em Abidjan, na Costa do Marfim.


“As imagens de seres humanos sendo leiloados por outros seres humanos evidencia a situação terrível das pessoas encurraladas na Líbia. Mas isso não é surpresa nenhuma para os líderes reunidos em Abidjan”, declarou John Dalhuisen, diretor regional da Anistia Internacional para Europa.


“Durante anos, documentamos como migrantes e pessoas refugiadas presas na Líbia estão expostas a detenções arbitrárias, tortura, assassinatos, estupro, extorsão e exploração”, acrescenta Dalhuisen.


De acordo com o representante da AI, “a política de migração da União Europeia priorizou a prevenção da chegada de migrantes e pessoas refugiadas à Europa, com pleno conhecimento de que ao fazer isso facilitaria o abuso de milhares de mulheres, homens e crianças que são encurralados no caminho”.


“Líderes europeus e africanos devem responsabilizar uns aos outros ​​na Cúpula e rejeitar qualquer parceria que viole os direitos humanos. Os líderes da União Africana precisam exigir que a União Europeia e seus Estados membros abram vias mais seguras e legais para migrantes e pessoas refugiadas “, concluiu John Dalhuisen.


 

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