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Institutos Religiosos vão chamar os jovens às redes sociais

23 de Novembro de 2017

O tráfico de pessoas em Portugal foi outra das preocupações manifestadas na assembleia geral da Confederação dos Institutos Religiosos de Portugal.


A Confederação dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) está preocupada com a quebra registada este ano do número de jovens que iniciaram formação.


Na assembleia geral que terminou terça-feira, 21 de novembro, em Fátima, os responsáveis foram sensibilizados para irem ao encontro dos jovens, apostando nas redes sociais.


Em entrevista à Renascença, o presidente da CIRP, o padre José Vieira, reconhece que “hoje o digital é o âmbito em que a vida decorre” e, portanto, é preciso “não ter medo dos riscos, por exemplo, do uso do Facebook, do Instagram ou do Twitter.”


O sacerdote lamentou que “algumas pessoas não vêem o uso assim, acham que é uma perda de tempo,” por isso “há este esforço de uma presença não só religiosa, mas também institucional nas redes sociais”.


Outra preocupação em cima da mesa do encontro de Fátima foi o tráfico de pessoas em Portugal.


A comissão de apoio às vítimas do tráfico de pessoas da CIRP transmitiu na assembleia geral a mensagem de que a situação é preocupante, pelo que a confederação assumiu o compromisso de ser mais vigilante e atuante.


De acordo com o padre José Vieira, essa atenção será, sobretudo, voltado para o caso das crianças “que são usadas para pedir, para o pequeno crime”, mas também para com as situações de “pessoas que são usadas na prostituição, nos trabalhos agrícolas e domésticos”.


A recomendação, salientou o sacerdote, é “quando virmos muitos miúdos a pedirem numa zona da cidade ou no trânsito, se for uma situação que se afigura de escravidão, alertar sobretudo a Polícia Judiciária”.


Do relatório da comissão de apoio às vitimas do tráfico de pessoas destacam-se ainda como desafios para 2018 a visita a um centro de detenção temporário e o convite a que nos secretariados regionais da CIRP possa algum dos membros prestar particular atenção a estas temáticas.


Fonte: Rádio Renascença

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