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Sudão do Sul: Oração e jejum

08 de Fevereiro de 2018

Líderes religiosos propõem que as negociações de paz entre as diversas fações beligerantes no Sudão do Sul sejam acompanhas por orações e jejum.


A Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD) está a facilitar uma nova ronda de negociações entre as partes em conflito no Sudão do Sul para reabilitar os acordos de 2015 e salvar a paz que teima em ganhar raízes no países mais jovem do mundo..


A guerra civil já leva quatro anos e, apesar de alguns acordos assinados pelas partes, o conflito continua a matar e a destruir o país.


Recentemente, António Guterres, secretário-geral da ONU, lamentou que nunca viu «uma elite política com tão pouco interesse no bem-estar do seu povo» como a do Sudão do Sul.


O Conselho das Igrejas do Sudão do Sul proclamou um dia de oração e jejum para o sábado, 10 de fevereiro sob o tema «O meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar e procurar a minha face para orar e renunciar à sua má conduta, hei de escutá-lo desde o céu, perdoarei os seus pecados e curarei dos males o seu país» (2 Crónicas 7, 14).


Por seu turno, o Papa Francisco convidou as pessoas de boa vontade a juntarem-se a ele num dia de oração e jejum pela paz especialmente no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo a 23 de fevereiro.


A guerra fez mais de dois milhões de refugidos e outros tantos deslocados internos no país. O número de mortos é incerto, mas mais de 100 mil pessoas perderam a vida no conflito.


Filippo Grandi, Alto Comissários das Nações Unidas para os Refugiados, disse recentemente que o conflito do Sudão do Sul atingiu «proporções épicas».


Os líderes religiosos do país apelaram às partes sentadas à mesa das negociações em Adis-Abeba que «respeitem, honrem e cumpram o acordo» que assinarem há ano e meio.


«Que o orgulho, avareza, luta pelo poder político não sejam maiores que a necessidade de paz e reconciliação no Sudão do Sul», escreveram.


E deixaram uma mensagem para os países vizinhos: «Que nenhum interesse regional ou bilateral seja servido à custa do povo do Sudão do Sul.»


José da Silva Vieira (MCCJ) – Jirenna


 

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