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Combater a pobreza com obras concretas

10 de Novembro de 2017

«Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade» (1 Jo 3, 18), assim o Papa Francisco inicia a sua mensagem para o Dia Mundial dos Pobres, a ser celebrado pela primeira vez em 19 de novembro de 2017.


De acordo com o Papa, “estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir: contrapor as palavras vazias, que frequentemente se encontram na nossa boca, às obras concretas, as únicas capazes de medir verdadeiramente o que valemos”.


“O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres… Isto é possível, se a graça de Deus, a sua caridade misericordiosa, for acolhida no nosso coração a pontos de mover a nossa vontade e os nossos afetos para o amor ao próprio Deus e ao próximo. Deste modo a misericórdia, que brota por assim dizer do coração da Trindade, pode chegar a pôr em movimento a nossa vida e gerar compaixão e obras de misericórdia em prol dos irmãos e irmãs que se encontram em necessidade”, prossegue o Santo Padre.


De acordo com o último estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2013, há 767 milhões de pessoas no mundo a viverem na pobreza extrema (cerca de 11% da população do planeta).


No entanto, houve progressos desde 1999 quando a estimativa apontava para 1,7 mil milhões de pobres no mundo (ou 28% da população mundial). As regiões Oriental e Sudeste de Ásia fizeram progressos significativos e reduziram a taxa de pobreza de 35% para 3%. Em contraste, a África Subsariana continua a ter 42% dos habitantes a viver em pobreza extrema.


O Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Papa Francisco na carta apostólica Misericordia et misera, publicada no encerramento do Jubileu da Misericórdia (novembro de 2016). Esta iniciativa da Igreja Católica assinala-se no penúltimo domingo do ano litúrgico (19 de novembro, em 2017). Com esta data o Santo Padre pretende «estimular», em primeiro lugar, os crentes.

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