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Dia Mundial dos Pobres: Amar com obras

16 de Novembro de 2017

A mensagem do Papa Francisco para o primeiro Dia Mundial dos Pobres sublinha que o atual cenário de desigualdades e pobreza não pode deixar ninguém «resignado».


O Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Papa Francisco na carta apostólica Misericordia et misera, publicada no encerramento do Jubileu da Misericórdia (novembro de 2016). Esta iniciativa da Igreja Católica assinala-se no penúltimo domingo do ano litúrgico (19 de novembro, em 2017). Com esta data o Santo Padre pretende «estimular, em primeiro lugar, os crentes.


Pede que reajam à cultura do descarte e do desperdício, assumindo a cultura do encontro» e a estar mais perto dos «últimos e os mais carenciados», como consequência da «predileção de Jesus pelos pobres». Mas também quer que «todos, independentemente da sua pertença religiosa», se abram «à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade». E acrescenta: «Deus criou o céu e a terra para todos; foram os homens que, infelizmente, ergueram fronteiras, muros e recintos, traindo o dom originário destinado à humanidade sem qualquer exclusão.»


Na mensagem para este ano – intitulada «Não amemos com palavras, mas com obras» – o papa insiste no «escândalo» da pobreza. «Infelizmente, nos nossos dias – enquanto sobressai cada vez mais a riqueza descarada que se acumula nas mãos de poucos privilegiados, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a exploração ofensiva da dignidade humana –, causa escândalo a extensão da pobreza a grandes sectores da sociedade no mundo inteiro», escreve Francisco.


A mensagem pontifícia sublinha que o atual cenário de desigualdades e pobreza não pode deixar ninguém «resignado». «À pobreza que inibe o espírito de iniciativa de tantos jovens, impedindo-os de encontrar um trabalho, à pobreza que anestesia o sentido de responsabilidade, induzindo a preferir a abdicação e a busca de favoritismos, à pobreza que envenena os poços da participação e restringe os espaços do profissionalismo, humilhando assim o mérito de quem trabalha e produz: a tudo isso é preciso responder com uma nova visão da vida e da sociedade», sublinha o papa.


Francisco afirma que «o amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres». O pontífice pede uma «nova visão da vida e da sociedade» e afirma que os pobres «não são um problema», mas antes um recurso para «acolher e viver a essência do Evangelho».


O Santo Padre apresenta o pai-nosso como uma oração que implica «partilha, comparticipação e responsabilidade comum» e aponta sugestões concretas para viver o Dia Mundial dos Pobres. Pede às comunidades católicas que se empenhem na criação de «momentos de encontro e amizade, de solidariedade e ajuda concreta», além de sugerir que se convidem para as Missas deste domingo «os pobres e os voluntários» que os ajudam.


Ir. Bernardino Frutuoso

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