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2017 foi um ano de massacre nas prisões brasileiras

27 de Dezembro de 2017

Vice-coordenador da Pastoral Carcerária Nacional, Pe. Gianfranco Graziola, faz um balanço de 2017 nas prisões brasileiras e aponta um “ano de massacres”.


“O ano 2017 foi para os encarcerados e encarceradas um ano de massacre, inaugurado com sangue, mortes, barbárie, fruto de um sistema que continua a matar, degolar, encarcerando, oprimindo e regulando com o aprisionamento massivo os jovens pobres, pretos e periféricos, assim como aconteceu em Manaus (Amazonas) Boa Vista, (Roraima) Alcaçuz (Rio Grande do Norte), continuando com  mais mortes durante todo o ano chegando até a penitenciaria feminina de Santana, na grande São Paulo com a morte de cinco mulheres em pouco mais de um mês e as recentes de Cascavel no Paraná, Salgueiros em Pernambuco e novamente Roraima”, salienta Graziola.


O responsável também destaca que “depois de 25 anos, a impunidade e a barbárie do Carandiru volta a se repetir, a semear morte e sangue, expressão de uma sociedade individualista, punitivista, militarizada e incapaz de encontrar caminhos para responder aos seus grandes questionamentos e particularmente à mudança de época que exige um novo olhar sobre a realidade em continua movimentação e mudança”.


“Apesar deste cenário negativo, nossa romaria como Pastoral Carcerária Nacional e Internacional a Aparecida, em outubro passado e o seminário em Olinda, terra de profecia e presença de Dom Hélder Camara, debatendo desencarceramento e relançando com bem quarenta e três entre organizações o sonho de “um mundo sem cárceres”, o ano 2018 será o ano de fazer memória e retomar o espírito de Medellin que de nós exige sejamos uma Igreja pobre com os pobres e ao mesmo tempo presença sócio transformadora  para ser sal e luz do mundo onde  superada a violência e suas causas possamos realizar a ecologia integral  e cuidar da Casa Comum”, conclui.

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