PJuvenil Multimédia Palavra de Deus Oração em Missão Antigos Alunos

» Favoritos

» Recomendar

» Imprimir

» Fale Connosco

Revista Além-mar Revista Audácia Jornal Família Comboniana Exposição Missionária Virtual Facebook RSS
Indique o seu e-mail:
Utilizador:
Password:
 

Actualidades

Voltar ao arquivo de Actualidades

O suicídio ainda é uma das principais causas de morte

10 de Setembro de 2018

As Nações Unidas assinalam esta segunda-feira, 10 de setembro, o «Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio».


Em 2016, esta foi a segunda causa de morte para pessoas entre os 15 e os 29 anos em todo o mundo. Todos os anos, cerca de 800 mil pessoas terminam com a sua vida.


Foi a pensar nestes números que a Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou um guia que explica como as comunidades podem combater este fenómeno. O programa foi realizado em conjunto com a Comissão de Saúde Mental do Canadá.


A OMS explica que o suicídio não acontece apenas nos países desenvolvidos, mas que é um fenómeno global. Em 2016, mais de 79% de todos os suicídios ocorreram em países de baixa ou média rendas.


De acordo com a OMS, essa questão de saúde pública é séria, mas pode ser prevenida com intervenções atempadas, científicas e de baixo custo.


Apesar de existir uma ligação entre suicídio e problemas de saúde mental, muitas vezes este acontece em momentos de crise, quando existem problemas financeiros, o fim de uma relação, dor crônica ou doença.


Cerca de 20% de todas estas mortes acontece ingerindo pesticidas, normalmente em zonas rurais de países de baixa e média rendas. Outros métodos comuns são enforcamento e armas de fogo.


A OMS diz que conhecer os métodos mais usados é importante para encontrar estratégias de prevenção, como restringir o acesso a esses meios.


Segundo a agência, os esforços de prevenção requerem coordenação entre múltiplos setores da sociedade, como saúde, educação, trabalho e outros. Esses esforços “devem ser abrangentes e integrados, já que nenhuma abordagem sozinha pode causar impacto em um assunto tão complexo.”


A OMS indica várias estratégias que têm sucesso, como a introdução de medidas que reduzem os efeitos nocivos do álcool, identificação e tratamento de pessoas com problemas mentais e de dependência e formação de trabalhadores de saúde.


Por fim, a agência alerta para o estigma que envolve os transtornos mentais e o suicídio. Esse preconceito, avisa a agência, significa que as pessoas não recebem a ajuda de que precisam.


Neste momento, apenas alguns países incluem a prevenção do suicídio entre as suas prioridades de saúde. Somente 38 países têm uma estratégia nacional de prevenção do suicídio.

Comentários

Mostrar comentários | Escrever um comentário