PJuvenil Multimédia Palavra de Deus Oração em Missão Antigos Alunos

» Favoritos

» Recomendar

» Imprimir

» Fale Connosco

Revista Além-mar Revista Audácia Jornal Família Comboniana Exposição Missionária Virtual Facebook RSS
Indique o seu e-mail:
Utilizador:
Password:
 

Actualidades

Voltar ao arquivo de Actualidades

Vaticano: Justiça, solidariedade e compaixão com os migrantes

14 de Junho de 2018

Mensagem do Papa por ocasião do II Colóquio entre Santa Sé e México pede que os assuntos sobre migrantes e refugiados sejam tratados na base da justiça, solidariedade e compaixão.


“Neste momento, quando a comunidade internacional está envolvida nos processos que levarão à adoção de pactos globais sobre refugiados e migração segura, ordeira e regular, gostaria de encorajá-los no esforço para que a responsabilidade pela gestão global e compartilhada da migração internacional seja focada na força e nos valores dq justiça, solidariedade e compaixão”, indica o texto.


Francisco denuncia a existência de uma “cumplicidade cómoda e muda” de muitos países da Europa e do mundo, face ao drama dos migrantes e refugiados.


O Santo Padre aponta para a necessidade de uma mudança de atitude, para que as nações deixem de encarar os migrantes e refugiados como “uma ameaça à sua comodidade”, mas que “passem a valorizá-los como alguém que com a sua experiência de vida pode dar muito e contribuir para a riqueza da sociedade”.


“A atitude fundamental é a de sair ao encontro do outro, acolhê-lo, conhecê-lo e reconhecê-lo” (Homilia na Missa pelo Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados, 14 de janeiro de 2018), lê-se na mensagem.


O Papa lamenta que atualmente muitas destas pessoas, que buscam uma vida melhor, escapar a fenómenos como a guerra e a pobreza, tenham de passar pelas suas dificuldades sem qualquer tipo de apoio, e frequentemente sejam antagonizadas também nos países de destino.


“O migrante é vulnerável, sente-se só e isolado em todas as etapas. Ter consciência deste ponto é fundamental para dar uma resposta concreta e digna a este desafio humanitário”, realça Francisco, que lembra ainda que “na questão migratória não estão em jogo apenas números, mas pessoas que precisam de proteção constante, independente do seu status migratório”.


O Papa recorda de modo “especial” a situação das “famílias” e das “crianças migrantes”, também todos quantos são vítimas das redes de tráfico de seres humanos” e que se encontram “deslocados” das suas pátrias “por causa de conflitos, desastres naturais e perseguições”.


Francisco faz votos de que quem tem poder para ajudar e mudar este contexto coloque a sua “atenção, compaixão e dedicação” ao serviço de quem mais precisa.

Comentários

Mostrar comentários | Escrever um comentário