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A violência na vida das crianças e adolescentes

03 de Novembro de 2017

A cada 7 minutos, em algum lugar do mundo, uma criança ou um adolescente é morto, vítima de homicídio, do conflito armado ou de violência coletiva. É o que afirma o novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).


Somente em 2015, a violência vitimou mais de 82 mil rapazes e raparigas menores de 19 anos – 24,5 mil dessas mortes aconteceram na região da América Latina e do Caribe.


O documento «A Familiar Face: Violence in the lives of children and adolescents (Um Rosto Familiar: A violência na vida de crianças e adolescentes)» traz uma análise detalhada sobre as mais diversas formas de violência sofridas por crianças e adolescentes em todas as regiões do planeta: violência disciplinar e violência doméstica na primeira infância; violência na escola – incluindo bullying; violência sexual; e mortes violentas de crianças e adolescentes. América Latina e Caribe têm os mais altos índices de homicídios.


"Os homicídios muitas vezes são só a última etapa em um ciclo de violência a que crianças e adolescentes estão expostos desde a primeira infância. O relatório nos diz que a maioria dos homicídios contra adolescentes não acontece em países que estão em conflito, como Síria, mas nos países da América Latina e do Caribe, e o Brasil encontra-se entre aqueles com as taxas mais alta de homicídios de adolescentes do mundo", explica Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.


Todas as crianças e todos os adolescentes têm o direito de ser protegidos contra qualquer tipo de violência, seja aquela que acontece no ambiente familiar, na comunidade, em consequência de conflitos armados ou de violência urbana. Todas as formas de violência vivenciadas por rapazes e raparigas, independentemente da natureza ou gravidade do ato, são prejudiciais. Além da dor e do sofrimento que causa, a violência mina o senso de autoestima das crianças e dos adolescentes. Muitos estudos demostram uma alta probabilidade de que as vítimas de violência ou expostas a ela utilizem violência para solucionar disputas e conflitos quando forem adultos.


Mortes violentas – A América Latina e o Caribe concentram cerca da metade de homicídios de crianças e adolescentes em todo o mundo. Em 2015, dos 51,3 mil homicídios de rapazes e raparigas de 10 a 19 anos – não relacionados a conflitos armados –, 24,5 mil aconteceram nessa região. Esses números se mostram desproporcionais considerando que tal conjunto de países abriga menos de 10 por cento da população nessa faixa etária.

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