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Myanmar: Emergência humanitária com rohingyas em fuga

09 de Outubro de 2017

Desde 25 de agosto mais de 500 mil rohingya atravessaram a fronteira com Bangladesh em direção à Cox’s Bazar, “uma tragédia humana com uma dimensão, uma complexidade e uma rapidez chocantes”, diz o Diretor Geral do UNICEF, Anthony Lake.


“As pessoas chegam amedrontadas, exaustas e famintas e com uma necessidade desesperada de ajuda imediata: de um abrigo, comida, água e serviços higiênicos. Eles trazem consigo histórias terríveis daquilo que viveram e sofreram, histórias de crianças assassinadas, mulheres maltratadas e povoados destruídos”, relatou Anthony Lake após retornar de Bangladesh.


O território total ocupado atualmente pelos refugiados é de 9,6 milhões de metros quadrados, equivalente a 889 campos de futebol.


Cerca de 60% das novas chegadas são de crianças, sendo 30% delas com menos de cinco anos.


90% dos migrantes chegados recentemente declaram fazer somente uma refeição ao dia. As taxas de segurança alimentar e má-nutrição já eram preocupantes ainda antes do fluxo de migrantes.


No campo de refugiados de Balukhali, as taxas já eram superiores ao nível de emergência.


Foram identificadas mais de 1.600 crianças desacompanhadas.


O governo e a população de Bangladesh têm demonstrado um espírito de generosidade ao abrir as fronteiras do país e a fornecer ajuda aos refugiados.


Os rohingyas pertencem uma etnia minoritária que existe em Myanmar há séculos. Atualmente, mais de um milhão de pessoas de etnia rohingya vive no país, nomeadamente no estado de Rakhine, no oeste.


Os muçulmanos rohingyas são das minorias mais perseguidas no mundo. Ao fim de séculos estabelecidos na ex-Birmânia, vêem-se a fugir da região que sempre foi sua.

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