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Encontro do Papa com o Episcopado coreano

04 de Setembro de 2017

O Papa Francisco recebeu em audiência no sábado, 2 de setembro, os líderes do conselho religioso da península coreana.


Em seu discurso, o Papa Francisco recordou as palavras que disse em Seoul, quando da sua visita ao país em 2014:


“A vida é um caminho, um caminho longo, mas é um caminho que não pode ser percorrido sozinhos. É preciso caminhar com os irmãos na presença de Deus”.


D. Igino Kim Hee-joong, arcebispo de Gwangju e presidente da Conferência Episcopal da Coreia, pediu ao Papa “a sua oração e ajuda para o povo coreano e a reunificação da península coreana”.


Inclusive, o arcebispo lançou o seguinte apelo internacional: “Procurar a paz não com armas ou sanções, mas através do diálogo, da negociação e do respeito mútuo a todo o custo.”


O Santo Padre recordou que, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja nunca se cansa de percorrer as veredas, às vezes difíceis, da unidade, promovendo, de modo particular, o diálogo com seguidores de outras religiões. E acrescentou:


“O diálogo inter-religioso, composto de contatos, encontros e colaboração, é uma tarefa preciosa e agradável a Deus; é um desafio que deve ser enfrentado pelo bem comum e pela paz. O diálogo do qual precisamos deve ser aberto e respeitoso, para ser frutuoso”.


De facto, disse o Papa, o diálogo deve ser aberto, ou seja, cordial e sincero entre aqueles que querem caminhar juntos, com estima e franqueza; deve ser respeitoso, porque esta é a condição e a finalidade do diálogo inter-religioso. E especificou:


“É respeitando o direito à vida, a integridade física e as liberdades fundamentais – como o direito de consciência, de religião, de pensamento e expressão - que podem ser colocados os alicerces para a construção da paz, para a qual cada um de nós é chamado a rezar e a agir”.


Temos diante de nós um caminho muito longo, a ser percorrido com humildade e constância, sem levantar a voz, mas arregaçando as mangas para semear a esperança em um futuro, onde o homem possa ser mais humano e onde possamos ouvir o grito daqueles que repudiam a guerra e imploram mais harmonia.


“O mundo olha para nós e nos exorta a colaborar entre nós; o mundo exige de nós respostas e compromissos concretos sobre vários temas: a dignidade sagrada da pessoa, a fome e a pobreza; a rejeição da violência, sobretudo, aquela que se comete em nome de Deus; a profanação da religiosidade humana; a corrupção que fomenta injustiças; a degradação moral; a crise familiar, econômica, ecológica”, advertiu o Papa.


Neste sentido, concluiu o Santo Padre, os líderes religiosos são convidados a promover, favorecer e acompanhar os processos benéficos e de reconciliação. Somos chamados a ser pregoeiros de paz, não de modo violento, mas com palavras convincentes que se opõem ao medo e à retórica do ódio.


 

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