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Incêndios: Catarse nacional

29 de Junho de 2017

O concerto solidário JUNTOS POR TODOS que encheu a Meo Arena de Lisboa e foi transmitido pelos três canais em simultâneo foi um grande momento de catarse nacional.


Sofremos, zangamo-nos, choramos com as populações que sofreram na pele a catástrofe que atingiu Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira da Pera, Sertã e Pampilhosa da Serra.


O balanço é tremendo: 64 mortos, mais de 200 feridos, 63 casas e 29 indústrias afetadas, 53 mil hectares de floresta ardidos.


O concerto solidário de 25 artistas que encheu a Meo Arena com 14 mil pessoas foi o grande momento de catarse nacional para fazer as pazes com a tragédia.


O espectáculo juntou 1.153.000,00 de euros em favor das populações afetadas pelo grande incêndio.


Manuel de Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas que gere o fundo, prometeu gastar bem gasto cada cêntimo da solidariedade dos telespetadores.


Agora, que fizemos as pazes com a tragédia, importa apurar responsabilidades e sobretudo planear o futuro para que a catástrofe não se volte a repetir.


Como escreveram os bispos na nota sobre os incêndios, «O nosso país, de ano para ano, tem sido de tal modo assolado por incêndios que estes se tornaram um autêntico flagelo com proporções quase incontroláveis. É a área anualmente ardida que já supera a de qualquer outro país europeu, mesmo aqueles que têm condições climatéricas semelhantes à nossa.»


Os bispos pedem uma mudança de registo por parte da sociedade em geral: «Finalmente, para a mudança de mentalidade e hábitos sociais, tão necessária para a prevenção e o combate aos incêndios, há que mobilizar toda a sociedade, nas suas diversas instâncias: o Estado com os seus responsáveis mais diretos; a Igreja e todas as outras confissões religiosas; as autarquias locais de maior e menor amplitude; as escolas nos seus sucessivos graus de ensino; a comunicação social nas suas diversas expressões; as mais variadas associações e muitas outras instituições, seja qual for a sua dimensão. Mas todos de forma concertada.»


José Vieira (MCCJ) - Jirenna

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