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70 anos dos combonianos em Portugal – Procura constante por novos caminhos

08 de Junho de 2017

A congregação dos Missionários Combonianos do Coração de Jesus está a celebrar 150 anos da sua fundação e 70 anos de presença em Portugal. Ao Jornal VOZ DA VERDADE, o superior provincial, padre José da Silva Vieira, apresenta a congregação missionária, aborda com “tranquilidade” a redução do número de missionários e aponta como determinante uma nova “leitura do carisma” da congregação.


É com tranquilidade no futuro – que assegura estar “nas mãos de Deus” – que o superior dos Combonianos em Portugal se mostra perante um número cada vez menor de missionários. “Segundo as nossas previsões, e se os números continuarem assim, o instituto está a diminuir e a envelhecer porque o número dos missionários que entram não cobrem os que saem ou morrem. No ano passado, por exemplo, morreu uma trintena”, constata o padre José Vieira, apontando um caminho a ser feito: “Temos de fazer este exercício de esvaziamento, de aceitar com tranquilidade este aspeto. Depois, isso leva-nos também a diminuir os nossos compromissos. A tentação é sempre aumentar mas, com menos forças, não dá”, refere.


Contudo, o sacerdote Missionário Comboniano afasta a preocupação sobre “o que vai acontecer no futuro” e aponta como desafio atual continuar com uma congregação “aberta, tranquila e a viver a missão”. “A essência do nosso trabalho não é preocuparmo-nos com o futuro do ‘homocombonianos’ mas é preocuparmo-nos com sermos fiéis àquilo para que fomos criados: ser uma presença de Jesus entre os mais pobres e abandonados. África ainda é um apelo muito grande. Sentimo-la como nossa pátria. O Senhor é o Senhor da missão e Ele é que nos dá as vocações, tendo também que fazer por merecê-las, através da formação e da forma como vivemos o nosso compromisso”, sublinha o padre José Vieira, destacando o ponto essencial para “atrair os jovens de hoje”. “Temos que ter vidas que também sejam atrativas, no sentido de estilo, opções, vivermos juntos, em comunidade. Houve uma altura em que éramos muito guiados para o trabalho e a vida comunitária era um suporte para o trabalho. Hoje, vemos que a vida comunitária é o primeiro ato de evangelização que temos”, indica.


Veja a reportagem completa na página digital do jornal.

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