Cristãos da Diocese Católica de Rumbek e da Igreja Episcopal no Sudão do Sul começaram no passado dia 25 de Janeiro uma caminhada de 350 quilómetros de Rumbek até Juba, a capital. Uma peregrinação de nove dias para receber o Papa Francisco e outros líderes religiosos — Justin Welby (arcebispo da Cantuária, Igreja Anglicana), e Jim Wallace (moderador da assembleia-geral da Igreja da Escócia, Presbiteriana) —, que visitarão o país de 3 a 5 de Fevereiro. Os habitantes da nação mais jovem do mundo continuam a viver numa situação de pobreza e conflitos armados.
A viagem do Papa Francisco é uma «peregrinação ecuménica de paz», e vai-se encontrar com responsáveis da Igreja Católica, líderes políticos do país, deslocados internos e membros de várias confissões cristãs.
A oração ecuménica, a 4 de fevereiro, e a Missa no dia seguinte são celebradas no Mausoléu de John Garang.
Antes de visitar o Sudão do Sul, o Papa Francisco estará na República Democrática do Congo (RDC) de 31 de Janeiro até 2 de Fevereiro.
Ao chegar a Kinshasa, a capital da RDC, no dia 31 de Janeiro, o papa vai encontrar-se com o presidente da República, Félix Tshisekedi, autoridades, representantes da sociedade civil e do corpo diplomático.
No dia seguinte, Francisco preside à missa no aeroporto da cidade; a agenda prevê dois encontros, na nunciatura, com as vítimas da violência no leste da RDC e com representantes de algumas obras de caridade.
A 2 de fevereiro, Francisco encontra-se com jovens e catequistas e preside a um momento de oração com sacerdotes, diáconos, consagrados e seminaristas.